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Ferrari homenageará Michael Schumacher com pintura do F310 e retorno do F2002 no GP da Itália
Publicado 01/09/2026 • 19:24 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 01/09/2026 • 19:24 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Scuderia Ferrari
O GP da Itália de Fórmula 1, marcado para este fim de semana no tradicional circuito de Monza, terá uma programação especial dedicada a Michael Schumacher. A Ferrari preparou uma série de ações para celebrar a trajetória do heptacampeão pela equipe, incluindo uma pintura comemorativa nos carros atuais e o retorno à pista do histórico F2002.
Os monopostos de Lewis Hamilton e Charles Leclerc receberão uma pintura inspirada no F310, modelo utilizado por Schumacher em 1996, justamente em sua primeira temporada como piloto da Ferrari.
A homenagem acontece 30 anos depois da primeira vitória do alemão em Monza defendendo a escuderia italiana. Em 1996, Schumacher venceu três corridas, entre elas o GP da Itália, resultado que encerrou um jejum da Ferrari no país desde 1988 e abriu caminho para uma das fases mais vitoriosas da história da equipe.
A identidade de Schumacher estará presente em diferentes partes dos carros. A pintura contará com sua marca pessoal, formada pelas letras “M” e “S”, enquanto o bico dos monopostos e os macacões de Hamilton e Leclerc terão sete estrelas, em alusão aos sete campeonatos mundiais conquistados pelo piloto alemão. A Ferrari deu à pintura o nome de “Sunday Rituals” (“Rituais de domingo”).
Segundo a escuderia, a escolha representa mais do que a relação de Schumacher com as vitórias. O conceito também busca resgatar os rituais, as emoções e a paixão que fazem parte da relação entre a Ferrari e seus torcedores nos domingos de Grande Prêmio.
“O nome evoca algo que vai além das corridas em si: os rituais, as emoções e a paixão compartilhada que unem a Ferrari e seus tifosi nos domingos de Grande Prêmio há gerações. Poucos lugares representam esse vínculo com tanta força quanto Monza, e poucos pilotos o personificaram como Michael”, afirmou a equipe.
A escuderia também destacou a influência do alemão na transformação da cultura interna da Ferrari. De acordo com a equipe, Schumacher ajudou a estabelecer uma nova mentalidade dentro do time, baseada em melhoria contínua, preparação e trabalho coletivo.
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Siga o Times | CNBCEssa mudança de postura, segundo a Ferrari, teve papel fundamental na conquista de seis títulos de construtores entre 1999 e 2004 e dos cinco campeonatos de pilotos de Schumacher entre 2000 e 2004. O período marcou um domínio sem precedentes da Ferrari na Fórmula 1.
A homenagem não ficará restrita aos carros de Hamilton e Leclerc. Para o fim de semana, a Ferrari também levará a Monza o F2002, um dos modelos mais marcantes da era Schumacher. Foi com esse carro que a Ferrari dominou a temporada de 2002, vencendo 15 das 17 corridas e garantindo o campeonato de forma antecipada.
O primeiro a conduzir o F2002 será o brasileiro Rubens Barrichello, ex-companheiro de Schumacher na Ferrari entre 2000 e 2004. Ele pilotará o carro no sábado (5). Barrichello tem uma ligação especial com o modelo: foi justamente com o F2002 que ele venceu o GP da Itália de 2002, uma das principais conquistas de sua passagem pela equipe italiana.
No domingo (6), será a vez de Sebastian Vettel assumir o volante do F2002. O tetracampeão mundial dará uma volta com o carro antes da largada da corrida. Vettel, que defendeu a Ferrari entre 2015 e 2020, sempre declarou sua admiração por Schumacher e já citou o compatriota como um de seus maiores ídolos.
Michael Schumacher permaneceu por 11 temporadas na Ferrari e conquistou 72 vitórias pela equipe. O último triunfo do alemão pela escuderia aconteceu no GP da China de 2006, mesmo ano em que ele encerrou sua passagem pela equipe de Maranello.
Três décadas depois de sua primeira vitória em Monza pela Ferrari, o alemão volta a ser celebrado em um dos circuitos mais simbólicos de sua carreira.
O GP da Itália será disputado neste fim de semana, no Circuito de Monza. A corrida principal acontece no domingo (6), às 10h no horário de Brasília.
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