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Fifa reavalia pausas para hidratação após críticas durante a Copa do Mundo de 2026
Publicado 18/07/2026 • 19:48 | Atualizado há 6 horas
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Publicado 18/07/2026 • 19:48 | Atualizado há 6 horas
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Seleção da Alemanha durante a parada de hidratação / AFP
As pausas obrigatórias para hidratação implementadas durante a Copa do Mundo de 2026 dividiram opiniões, e a Fifa vai reavaliar se manterá esse formato em edições futuras, reconheceu neste sábado (18) Arsène Wenger, chefe de Desenvolvimento Global do Futebol da entidade.
Durante entrevista coletiva na véspera da final entre Espanha e Argentina, Wenger admitiu que a medida não foi aceita de forma unânime. “Talvez as pessoas não tenham gostado, e temos que analisar o impacto após a Copa do Mundo”, afirmou.
Para esta edição, a Fifa determinou pausas para hidratação de três minutos na metade de cada tempo em todos os jogos, independentemente das condições climáticas, inclusive em temperaturas amenas ou em estádios com cobertura.
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A entidade justificou a decisão como uma medida para proteger o bem-estar dos jogadores, embora alguns críticos tenham interpretado como uma oportunidade de aumentar a receita com publicidade durante as interrupções do jogo.
“Não me pareceu que os resultados tenham mudado, mas estamos aqui para servir às pessoas que assistem futebol, e tiraremos conclusões mais tarde”, acrescentou o ex-técnico do Arsenal.
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Siga o Times | CNBC“Em muitas partidas, especialmente em arenas cobertas, as pessoas não ficaram satisfeitas com isso, mas, antes de o torneio começar, foi decidido que a medida seria aplicada em todos os jogos”, explicou.
No início do Mundial, o técnico da Espanha, Luis de la Fuente, defendeu a utilização de pausas para hidratação e destacou a importância de proteger os jogadores em um torneio frequentemente disputado sob altas temperaturas.
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“É difícil manter esse nível de esforço físico por longos períodos e acredito que essas pausas dão um breve respiro para se recuperar e continuar competindo em alto nível”, afirmou De La Fuente.
Wenger também defendeu a ampliação da Copa do Mundo de 32 para 48 seleções e considerou o novo formato um sucesso.
“Houve questionamentos antes de começar, mas vimos que era eticamente necessário dar uma chance a mais equipes. Tenho certeza de que foi a decisão certa e de que foi um grande sucesso”, concluiu.
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