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Bolsas da Europa fecham em queda com aumento do petróleo e tensão entre EUA e Irã
Publicado 01/09/2026 • 14:57 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 01/09/2026 • 14:57 | Atualizado há 2 meses
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Bolsas
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta terça-feira (1º), pressionadas pela alta dos rendimentos dos títulos soberanos e pelo avanço do petróleo após a retomada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã.
A valorização da energia aumentou os temores de inflação e de juros mais elevados, penalizando principalmente ações industriais, automotivas e de defesa. As petroleiras, por outro lado, avançaram.
Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,32%, aos 10.789,28 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,14%, aos 25.958,31 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,39%, aos 8.301,85 pontos. Em Milão, o FTSE MIB caiu 1,33%, aos 51.915,18 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 recuou 0,84%, aos 19.805,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,44%, aos 9.478,42 pontos. As cotações são preliminares.
Na zona do euro, o índice de preços ao consumidor (CPI) acelerou de 2,9% em julho para 3,3% em agosto, em linha com as expectativas do mercado. O núcleo da inflação, que exclui componentes mais voláteis, desacelerou para 2,4%.
Os dados reforçaram as expectativas de uma postura mais restritiva do Banco Central Europeu (BCE). Segundo o KBC Bank, a alta dos yields globais reflete a combinação de energia mais cara, perspectiva de política monetária mais apertada e aumento dos prêmios de risco fiscal.
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Siga o Times | CNBCNa Alemanha, o PMI industrial avançou para 54,3 pontos, indicando expansão da atividade no setor. As vendas no varejo, porém, recuaram 3,4% em julho na comparação com junho.
Entre as ações, a Rheinmetall caiu mais de 3%, acompanhando a fraqueza do setor de defesa. Montadoras europeias também pressionaram os principais índices.
Em Londres, a WPP recuou quase 4% após o Financial Times informar que o grupo pretende cortar cerca de mil empregos até o fim do ano. Na Suíça, o UBS perdeu cerca de 1%, embora tenha recuperado parte das perdas no fim do pregão, após parlamentares decidirem suavizar exigências de capital para o banco.
Na direção oposta, as empresas de petróleo se beneficiaram da valorização do barril. A TotalEnergies subiu 2,70% em Paris, enquanto a Repsol avançou 2,61% em Madri e a Galp ganhou 1,36% em Lisboa. O movimento ajudou a limitar as perdas dos índices europeus.
Em Londres, a Reckitt Benckiser também se destacou positivamente, com alta superior a 4%.
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