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Bolsas europeias fecham em alta; Stoxx 600, Londres e Frankfurt batem recordes
Publicado 08/10/2025 • 18:27 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 08/10/2025 • 18:27 | Atualizado há 2 meses
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Bolsas da Europa
Os principais mercados acionários da Europa encerraram o pregão desta quarta-feira (8) em alta, deixando de lado as turbulências políticas na França. O bom desempenho foi puxado pelos setores de recursos básicos, bancos, luxo e defesa.
Com esse movimento, tanto Londres quanto Frankfurt atingiram novos recordes de fechamento.
Perto do fim do dia, o índice Stoxx 600 subia 0,79%, chegando a 573,79 pontos, após renovar sua máxima histórica ao alcançar 574,32 pontos.
As ações das siderúrgicas europeias ganharam fôlego hoje graças aos planos da União Europeia (UE) de reduzir quase pela metade a cota de isenção tarifária para aço e produtos ligados ao setor, além de aumentar para 50% a tarifa sobre importações que excedam esse limite.
A ArcelorMittal, gigante do ramo, disparou 6,55% na bolsa de Amsterdã, enquanto o subíndice de recursos básicos do Stoxx 600 avançou 1,8%.
Em Londres, mineradoras e bancos puxaram os ganhos, com destaque para Antofagasta, que subiu 4,22%, e Lloyds, com alta de 3,7%. O índice FTSE 100 fechou com valorização de 0,69%, atingindo 9.548,87 pontos, novo recorde de fechamento, após renovar também sua máxima histórica a 9.577,08 pontos.
Em Frankfurt, a bolsa também bateu recorde, subindo 0,98% e encerrando o dia em 24.623,59 pontos. Entre as maiores altas, a Rheinmetall avançou 2,6%, impulsionada pelos ganhos do subíndice europeu de defesa (+1,6%), diante da expectativa de mais investimentos no setor, devido à guerra persistente na Ucrânia.
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Esse otimismo na Alemanha acabou ofuscando a queda inesperada da produção industrial no país e as fortes perdas do setor automotivo. A BMW reduziu suas projeções para o ano por conta da demanda fraca na China, suas ações despencaram 8,3% e puxaram para baixo outras montadoras, como Mercedes-Benz (-2,9%) e Porsche (-2,1%).
Os mercados europeus seguem atentos aos desdobramentos da crise política na França. Em Paris, no entanto, o índice CAC 40 subiu 1,07%, fechando em 8.060,13 pontos, impulsionado principalmente pelas empresas do setor de luxo, cujo subíndice teve alta de 1,7%.
Investidores também acompanharam declarações de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE), como Madis Muller, Joachim Nagel e José Luis Escrivá, que demonstraram satisfação com o atual patamar das taxas de juros.
O mercado ainda aguarda a divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) para entender os próximos passos da política monetária americana.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,96%, fechando em 43.484,24 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,97%, chegando a 15.678,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 registrava alta de 0,4%, a 8.149,10 pontos. Os números ainda são preliminares.
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