Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO CNBC: Mudança no day trade nos EUA amplia acesso ao mercado e favorece cripto, diz CEO da WeBull
Publicado 24/08/2026 • 20:15 | Atualizado há 2 horas
Criptomoedas ampliam ganhos após maior alta em três dias desde 2023
Governo Trump anuncia plano global de sanções contra o Irã e indica que China não ficará isenta
Procurador-geral da Califórnia acusa Paramount de agir de má-fé e cancela reunião sobre fusão com Warner Bros.
UPS investe US$ 2 bilhões em negócios internacionais, de saúde e de cadeia de suprimentos
Shein mira IPO de US$ 27 bilhões em Hong Kong — uma fração de sua avaliação de 2022
Publicado 24/08/2026 • 20:15 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
A retirada da regra conhecida como Pattern Day Trader (PDT) nos Estados Unidos mudou o comportamento dos investidores de varejo e ampliou a atividade de negociação na plataforma da WeBull, segundo Antony Denier, CEO da corretora.
Em entrevista à CNBC, Denier afirmou que a mudança regulatória alterou significativamente as perspectivas para o negócio. A regra anterior restringia o day trade ilimitado de ações para investidores que mantivessem menos de US$ 25 mil em suas contas.
“A atividade de negociação que vimos desde a remoção da regra PDT mudou completamente as perspectivas para o nosso negócio”.
Segundo o executivo, a receita bruta da empresa passou de US$ 160 milhões no primeiro trimestre para quase US$ 200 milhões no segundo trimestre, período que incluiu o primeiro mês completo após a retirada da regra.
A mudança teve impacto direto sobre a base de clientes da corretora. De acordo com Denier, o tamanho médio das contas na WeBull é de cerca de US$ 5.500, abaixo do antigo patamar de US$ 25 mil exigido para a realização ilimitada de operações de day trade.
“Muitos dos nossos clientes não se qualificavam para fazer day trade ilimitado”.
Antes da alteração, esses investidores buscavam alternativas sem as mesmas restrições, como criptomoedas, contratos de eventos e contratos futuros.
Denier também avaliou que o avanço da regulamentação dos ativos digitais nos Estados Unidos pode criar um ambiente mais favorável para o setor.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCSegundo o CEO, o cliente médio da WeBull tem cerca de 34 anos e, para parte dessa base, as criptomoedas são encaradas de forma semelhante às ações de grandes empresas.
“Cripto não é diferente, na mente da maioria dos nossos clientes, de comprar uma ação da Apple. É uma classe de ativos”, afirmou.
A expectativa de uma regulamentação mais ampla, segundo Denier, pode servir como um impulso adicional para o mercado de criptomoedas.
Apesar disso, o executivo afirmou que o número de clientes que realizam day trade ativo de Bitcoin ainda representa uma parcela menor da base.
Em sua estimativa, entre 10% e 15% dos clientes realizam day trade ativo considerando todos os produtos disponíveis na plataforma, enquanto a participação específica no mercado de criptomoedas é de cerca de 2% a 3%.
Questionado sobre os desafios de um modelo de negócio dependente de maior rotatividade nas operações, Denier afirmou que a atividade de curto prazo não significa que os clientes utilizem todo o patrimônio disponível para fazer day trade.
Segundo ele, a WeBull nunca registrou um trimestre de queda no total de ativos de clientes.
“A maioria dos nossos clientes está fazendo day trade com uma pequena parte do portfólio”, afirmou.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
Novo iPhone 18 Pro: veja o que muda no celular da Apple
3
Mega-Sena: confira data e horário do próximo sorteio
4
Quem são os credores da Casas Bahia?
5
Braskem entra com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar dívida de R$ 54 bilhões