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Ibovespa B3 atinge nova máxima histórica e fecha semana de recordes; dólar fecha abaixo de R$ 5,36
Publicado 31/10/2025 • 17:26 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 31/10/2025 • 17:26 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Ibovespa fecha em alta
O Ibovespa B3 fechou a sexta-feira (31) em alta de 0,51%, aos 149.540,43 pontos, acumulando mais uma semana de recordes históricos e atingindo a máxima intraday de 149.618,49 pontos, às 16h01.
O desempenho foi puxado por ações de destaque, como Vale (VALE3), que avançou 1,88%, Banco Bradesco (BBDC4) com alta de 2,58%, e Cosan (CSAN3), que subiu 0,33%. Entre os papéis em queda, destacaram-se GOL (GOLL54), com recuo de 2,12%, Marcopolo (POMO4), que caiu 10,09%, e Ambipar (AMBP3), excluída oficialmente do índice da B3, com baixa de 12,50%.
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O movimento positivo do Ibovespa B3 reflete o otimismo global, impulsionado por valorização de commodities, bons resultados corporativos e expectativas de estabilidade nos juros e política fiscal doméstica. A semana foi marcada por sucessivos recordes, com investidores avaliando dados econômicos, resultados de empresas e a agenda política do Brasil.
O dólar à vista operou praticamente estável, com leve recuo de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,359. A moeda americana abriu em alta no dia, acompanhando a valorização global frente a emergentes, em meio a perdas do petróleo e do minério de ferro, mas recuou com ajustes técnicos e menor volatilidade externa.
A taxa DI para 30/10 manteve-se em 14,90%, enquanto o índice DI para 31/10 atingiu 53.041,16 pontos, refletindo expectativas de manutenção da Selic no curto prazo.
No cenário doméstico, o déficit primário do setor público consolidado em setembro foi de R$ 17,452 bilhões, ligeiramente acima das projeções, e a taxa de desemprego permaneceu em 5,6%, com aumento de 4,0% na renda média real do trabalhador. Esses dados, junto com sinais de estabilidade monetária, sustentaram o otimismo no fechamento da semana.
No exterior, o foco segue no 31º dia do shutdown nos Estados Unidos e em dados corporativos relevantes, como os lucros da ExxonMobil e os acordos estratégicos da Nvidia, reforçando a percepção de resiliência econômica global. A combinação de commodities fortes, balanços corporativos e expectativas fiscais deve continuar a influenciar a trajetória do Ibovespa B3 nas próximas semanas.
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