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Ibovespa B3 mantém estabilidade e quebra novo recorde histórico; dólar fecha em queda
Publicado 06/11/2025 • 18:29 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 06/11/2025 • 18:29 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O Ibovespa B3 fechou em estabilidade nesta quinta-feira (6) e renovou tanto o recorde intradiário quanto o de fechamento, consolidando mais um marco histórico para o índice em meio ao forte fluxo comprador e ao apetite por risco doméstico.
Essa foi a 12ª alta consecutiva do índice, alcançando o recorde de pregões seguidos subindo de 1997.
O índice avançou 0,03%, encerrando o dia aos 153.337,82 pontos, após ter cravado pela manhã o novo recorde intradiário de 154.352,25 pontos às 10h57, ultrapassando pela primeira vez a marca dos 154 mil pontos.
O otimismo segue sustentado pelo ambiente macro doméstico mais previsível e pelo tom considerado conservador do Copom, que manteve a Selic em 15% e reforçou a sinalização de juro alto por período “bastante prolongado”. O movimento fortalece o diferencial de juros e continua atraindo capital estrangeiro para renda variável.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o CIO da Galapagos Capital, Fábio Guarda, avaliou que “a Bolsa vem fazendo recordes atrás de recordes por uma combinação de fluxo global para emergentes e liquidez internacional abundante”. Segundo ele, o corte de juros nos EUA e a percepção de que o Brasil oferece prêmio elevado tornam o país especialmente atrativo.
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Guarda observou ainda que a Bolsa está leve do lado doméstico: “Os juros de 15% por muito tempo fizeram com que houvesse um êxodo da Bolsa. Hoje, institucional e varejo estão muito pouco comprados, e isso facilita movimentos fortes quando aparece um fluxo novo de compradores”.
O CIO afirmou que a perspectiva de cortes da Selic — que, para a asset, devem começar apenas em março — já começa a movimentar os investidores: “Nos últimos ciclos de corte, a Bolsa andou muito. Quem estava fora perdeu o movimento. Agora o investidor tenta não perder o barco de novo.”
Entre os destaques do dia, Minerva (BEEF3) desabou 14,56%, refletindo pressões setoriais e ajustes pós-resultados. GOL (GOLL54) caiu 2,16% em meio à piora no sentimento externo, enquanto Cosan (CSAN3) recuou 0,82%.
Na outra ponta, os papéis de maior peso, especialmente ligados a commodities, ajudaram a sustentar o índice, com Petrobras PN (PETR4) avançando 2,12%, acompanhando a valorização do petróleo.
O movimento de hoje amplia a sequência positiva histórica do Ibovespa B3, que já sobe quase 3.000 pontos em dois pregões e acumula uma série raríssima de vitórias — sequência que não era vista há anos (trago a data exata caso você quiser que eu pesquise com precisão).
O dólar fechou em queda, recuando 0,24%, cotado a R$ 5,348 na venda, refletindo o fortalecimento do real após a decisão do Copom e a melhora no humor externo. A moeda oscilou entre a máxima de R$ 5,363 e a mínima de R$ 5,331.
O real foi beneficiado pelo tom firme do Copom, que reforçou o compromisso com a política monetária restritiva, o que melhora o carry trade e incentiva entradas de capital. Além disso, o avanço do petróleo e do minério de ferro contribuiu para dar suporte adicional à moeda brasileira.
No cenário global, o mercado reagiu às decisões das principais autoridades monetárias: o Banco da Inglaterra manteve os juros em 4% e sinalizou preocupação com a inflação, enquanto o Banco Central Europeu afirmou estar confortável com o atual nível de aperto. Na China, declarações sobre possível ampliação da cooperação com a União Europeia ajudaram a reduzir parte da aversão ao risco.
Por aqui, a agenda econômica trouxe queda na produção industrial e avanços nos preços de aluguéis residenciais, enquanto o presidente Lula chegou à COP30, movimentando o noticiário político.
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