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Ibovespa engata quinta queda seguida com tensão entre EUA e Irã e pressão inflacionária

Publicado 28/04/2026 • 17:41 | Atualizado há 39 minutos

KEY POINTS

  • Conflito prolongado pressiona inflação no Brasil, com IPCA-15 subindo 0,89% em abril, puxado por alimentos e combustíveis
  • Mercado registra aversão a risco, com destaque para queda de ativos sensíveis a juros, como construtoras
  • Investidores aguardam decisões de juros no Brasil e nos EUA, com atenção às sinalizações futuras das autoridades monetárias
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O Ibovespa encerrou a sessão desta terça-feira (28) em baixa de 0,51%, aos 188.619 pontos, a quinta sessão de perdas consecutivas em linha com as bolsas globais. Os mercados derretem diante do prolongamento, sem sinal de um acordo, do conflito entre EUA e Irã, o que segue pressionando os preços do petróleo.

No pregão, o índice oscilou entre 187.236 e 189.578, com um fluxo financeiro de R$ 23,6 bilhões. Segundo Bruno Perri, sócio-fundador da Forum Investimentos, também pesa o mau humor trazido pelas consequências do conflito sobre a economia nacional, como o resultado do IPCA-15, fortemente impactado por alimentos e combustíveis. A leitura do IBGE divulgada nesta manhã revelou que a inflação do país avançou 0,89% em abril de 2026.

“Essa combinação leva a um movimento de aversão a risco nos mercados acionários embora o Brasil, hoje, demonstre queda mais modesta do que a observada em mercados desenvolvidos”, diz.

Já Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital, afirma que há uma retração generalizada nos ativos sensíveis às taxas de juros, mesmo com a curva de juros cedendo em comparação com o dia anterior.

“Aguardamos a decisão sobre as taxas de juros, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, que será divulgada amanhã. Embora as expectativas do mercado estejam alinhadas com as projeções atuais, é importante estar atento, principalmente às orientações futuras”, afirma o especialista.

Por enquanto, o cenário indica uma tendência de queda, ele explica, com as empresas sensíveis aos juros apresentando desvalorização, especialmente as construtoras, que mais uma vez lideram as perdas do mercado.

David Martins, diretor de investimentos da Brasil Wealth afirmou, em entrevista ao Times Brasil – licenciado exclusivo CNBC, que após um fluxo forte de entrada de capital estrangeiro no início de abril, investidores passaram a reduzir exposição em renda variável. Esse dinheiro não tem saído do país, mas migra para ativos considerados menos arriscados.

Altas e baixas

Entre as maiores altas do dia, o destaque vai para a Gerdau Metalúrgica, em alta de 4,55%, aos R$ 9,88. Depois dela, vem a Gerdau (4,16%), cotado a R$ 22,56, Cosan (3,60%), aos R$ 5,18 e C&A Modas (1,34%) aos R$ 11,35.

No campo das perdas, a Hapvida liderou os resultados negativos, com recuo de 8,44% aos R$ 12,04. Depois, vem a Assaí (-5,74%) aos R$ 9,03, Cyrela (-3,58%) aos R$ 21,85 e Hypera (-3,08%) aos R$ 22,01. Os dados são do RocketTrader.

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