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Bolsas de NY fecham em alta com expectativa de negociações para fim da guerra contra o Irã
Publicado 16/03/2026 • 17:54 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 16/03/2026 • 17:54 | Atualizado há 1 hora
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Bolsas de Nova York
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira (16), em um pregão marcado pelo recuo do petróleo e pela melhora do apetite por risco, em meio a sinais de possível alívio nas tensões no Oriente Médio. O mercado também acompanhou relatos de que o Irã estaria disposto a negociar o fim da guerra, o que ajudou a reduzir parte do prêmio de risco geopolítico.
A queda da commodity trouxe alívio para as expectativas de inflação em uma semana decisiva para os mercados, com a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) no radar. A leitura dos investidores é que um petróleo menos pressionado pode reduzir parte da preocupação com choques inflacionários de curto prazo, embora o cenário siga cercado de incerteza.
O Dow Jones fechou em alta de 0,83%, aos 46.946,41 pontos. O S&P 500 avançou 1,01%, aos 6.699,39 pontos, e o Nasdaq subiu 1,22%, aos 22.374,18 pontos.
Leia também: Bolsas de NY fecham com baixas de mais de 1% com petróleo acima de US$ 100
O movimento foi sustentado principalmente por ações de tecnologia, em um dia de recuperação mais ampla dos ativos de risco. A Nvidia avançou 1,63%, ainda repercutindo falas do CEO Jensen Huang sobre a continuidade da forte demanda por inteligência artificial e semicondutores. A Meta subiu 2,33%, após reportagens apontarem que a companhia poderia cortar até 20% de sua força de trabalho, informação classificada pela empresa como “especulativa”.
No noticiário geopolítico, a perspectiva de continuidade do fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz contribuiu para reduzir a tensão nos mercados. Relatos de embarcações petroleiras transitando pela rota durante o fim de semana reforçaram a percepção de que, ao menos por enquanto, não houve interrupção mais severa na passagem de petróleo pela região.
Felipe Sant’Anna, especialista em investimentos do grupo Axia Investing, afirmou mais cedo que o mercado repetiu nesta sessão um padrão semelhante ao visto quando Donald Trump adotou um tom mais ameno sobre a guerra com o Irã, sugerindo que o conflito poderia terminar em poucas semanas. Segundo ele, esse tipo de leitura ajuda a sustentar uma recuperação pontual dos ativos, mas ainda não elimina os riscos no radar dos investidores.
Na avaliação do especialista, o petróleo acima de US$ 100 por barril ainda representa um desafio importante para o mercado financeiro global por seu potencial inflacionário, especialmente em uma semana marcada pelas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Rafael Pastorello, portfolio manager do Banco Sofisa, também destacou que o alívio observado no início da semana refletiu, em grande medida, o enfraquecimento do dólar e o recuo parcial do prêmio de risco associado ao conflito.
Apesar disso, ele pondera que o cenário segue volátil e dependente do noticiário geopolítico. Segundo o gestor, a atenção do mercado ao longo da semana deve se voltar principalmente para os comunicados das autoridades monetárias na chamada Superquarta, diante do elevado grau de incerteza sobre os impactos do conflito nos preços de energia e na inflação global.
Leia também: Bolsas de NY fecham em baixa com aversão a riscos por guerra e terminam semana em queda
Entre os destaques setoriais do dia, ações de companhias aéreas subiram com força, beneficiadas pela queda do petróleo. Delta avançou 3,50%, enquanto United Airlines ganhou 4,25%. Já entre as petroleiras, Chevron fechou praticamente estável, com alta de 0,01%, e Exxon Mobil subiu 0,71%.
Na ponta negativa, o setor de fertilizantes devolveu parte dos ganhos recentes. Intrepid Potash caiu 8%, CF Industries recuou 5,6% e Mosaic perdeu 5,6%.
Outro destaque corporativo foi a National Storage Affiliates, que disparou 30% após a Public Storage anunciar a compra da companhia por cerca de US$ 10,5 bilhões.
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