Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Bolsas de NY fecham em baixa com aversão a riscos por guerra e terminam semana em queda
Publicado 13/03/2026 • 18:00 | Atualizado há 1 mês
Concessionárias familiares crescem ou somem em meio à ascensão das mega-revendedoras de automóveis
Netflix sinaliza nova era e abre espaço para aquisições após acordo frustrado
EUA buscam ampliar presença energética na Índia, mas custos e logística dificultam avanço
Rival da Nvidia busca ao menos R$ 588 milhões em nova rodada com avanço do mercado europeu de chips de IA
Espanha destaca proteção energética diante da guerra com Irã, enquanto atritos com Trump pesam sobre comércio
Publicado 13/03/2026 • 18:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Unsplash
Uma foto do Charging Bull, o touro de Wall Street é o maior símbolo de poder da Bolsa de Valores de Nova York
As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta sexta-feira (13), encerrando uma semana com queda para os principais índices, marcada pela aversão a riscos. A continuidade da guerra no Oriente Médio amplia perspectivas de um petróleo em disparada por mais tempo, o que reflete temores pela atividade global.
A inflação mais alta também gera expectativas por uma política mais restritiva pelo Federal Reserve (Fed), com as projeções para novos cortes de juros sendo postergadas. Na próxima semana, o banco central tem reunião de política marcada, na qual é amplamente esperada uma decisão pela manutenção das taxas.
O Dow Jones fechou em baixa de 0,25%, aos 46.559,83 pontos. O S&P 500 terminou com queda de 0,61%, aos 6.632,21 pontos, e o Nasdaq encerrou com recuo de 0,93%, aos 22.105,36 pontos. Na semana, o Dow caiu quase 2%, o S&P perdeu 1,6% e o Nasdaq recuou 1,26%.
“O S&P 500 está menos de 5% abaixo do seu pico de janeiro – o que significa que, apesar da combinação de notícias negativas – o conflito com o Irã, a alta dos preços da energia, a diminuição das expectativas de cortes de juros pelo Fed, a ansiedade em relação à inteligência artificial (IA) e a pressão sobre o crédito privado – a correção permanece relativamente pequena”, aponta o Swissquote.
Leia mais:
Dólar salta 1,37% com tensão da guerra e expectativa para o Copom
Ibovespa fecha no patamar de 177 mil com guerra e Selic no radar
Por sua vez, o banco aponta que é improvável que a perspectiva pessimista se reverta até que as tensões no Oriente Médio diminuam significativamente.
O Barclays ajustou nesta sexta sua previsão para novos cortes de juros pelo Fed, postergando os cortes projetados de junho para setembro e de dezembro de 2026 para março de 2027. Assim, o banco espera que o BC americano realize apenas um corte de 25 pontos-base (pb) este ano e outro no próximo.
A mudança reflete principalmente uma revisão para cima da perspectiva para o índice de preços de gastos com consumo (PCE).
Entre destaques negativos, a Adobe tombou 8% após o CEO da empresa de software, Shantanu Narayen, renunciar apesar de balanço trimestral melhor do que o esperado, enquanto a varejista do setor de beleza Ulta Beauty amargou queda de 14,2%, também em reação a resultados corporativos.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Lenda do basquete, Oscar Schmidt morre aos 68 anos
2
Anthropic lança Claude Opus 4.7, modelo que vai usar para aprender a controlar o mito que criou
3
Petróleo Brent despenca para US$ 87 após reabertura do Estreito de Ormuz
4
Qual era o papel de Daniel Monteiro, advogado preso hoje junto com ex-presidente do BRB
5
BTG montou operação bilionária com alto potencial de lucro para compra de carteira do Master