Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Bolsas de NY fecham em baixa com aversão a riscos por guerra e terminam semana em queda
Publicado 13/03/2026 • 18:00 | Atualizado há 4 meses
BREAKING NEWS:
Operação 'Acesso Negado' da PF cumpre mandados por irregularidades na aplicação de emendas PIX
EXCLUSIVO CNBC: Trump diz que “muralha de aço” em Ormuz impediu navios de chegar ao Irã
Número de mortos na Venezuela sobe para 2.595 no terremoto mais forte em 100 anos
Trump comprou ações da Apple, Nvidia e outras gigantes da tecnologia antes da reversão das tarifas impulsionar a recuperação
Levi’s, The North Face e Columbia apostam nas mulheres para impulsionar próxima fase de crescimento
Onda de calor extrema ameaça redes elétricas dos EUA e viagens no feriado de 4 de julho
Publicado 13/03/2026 • 18:00 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Unsplash
Uma foto do Charging Bull, o touro de Wall Street é o maior símbolo de poder da Bolsa de Valores de Nova York
As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta sexta-feira (13), encerrando uma semana com queda para os principais índices, marcada pela aversão a riscos. A continuidade da guerra no Oriente Médio amplia perspectivas de um petróleo em disparada por mais tempo, o que reflete temores pela atividade global.
A inflação mais alta também gera expectativas por uma política mais restritiva pelo Federal Reserve (Fed), com as projeções para novos cortes de juros sendo postergadas. Na próxima semana, o banco central tem reunião de política marcada, na qual é amplamente esperada uma decisão pela manutenção das taxas.
O Dow Jones fechou em baixa de 0,25%, aos 46.559,83 pontos. O S&P 500 terminou com queda de 0,61%, aos 6.632,21 pontos, e o Nasdaq encerrou com recuo de 0,93%, aos 22.105,36 pontos. Na semana, o Dow caiu quase 2%, o S&P perdeu 1,6% e o Nasdaq recuou 1,26%.
“O S&P 500 está menos de 5% abaixo do seu pico de janeiro – o que significa que, apesar da combinação de notícias negativas – o conflito com o Irã, a alta dos preços da energia, a diminuição das expectativas de cortes de juros pelo Fed, a ansiedade em relação à inteligência artificial (IA) e a pressão sobre o crédito privado – a correção permanece relativamente pequena”, aponta o Swissquote.
Leia mais:
Dólar salta 1,37% com tensão da guerra e expectativa para o Copom
Ibovespa fecha no patamar de 177 mil com guerra e Selic no radar
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCPor sua vez, o banco aponta que é improvável que a perspectiva pessimista se reverta até que as tensões no Oriente Médio diminuam significativamente.
O Barclays ajustou nesta sexta sua previsão para novos cortes de juros pelo Fed, postergando os cortes projetados de junho para setembro e de dezembro de 2026 para março de 2027. Assim, o banco espera que o BC americano realize apenas um corte de 25 pontos-base (pb) este ano e outro no próximo.
A mudança reflete principalmente uma revisão para cima da perspectiva para o índice de preços de gastos com consumo (PCE).
Entre destaques negativos, a Adobe tombou 8% após o CEO da empresa de software, Shantanu Narayen, renunciar apesar de balanço trimestral melhor do que o esperado, enquanto a varejista do setor de beleza Ulta Beauty amargou queda de 14,2%, também em reação a resultados corporativos.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Perda de confiança, falha na gestão de risco; veja o que especialistas em cibersegurança dizem sobre invasão à Defesa Civil
2
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
3
Payroll: EUA criaram 57 mil empregos em junho, abaixo da expectativa; desemprego cai para 4,2%
4
Encontro global da CNBC 2026 em Londres destaca emissora no Brasil
5
Anthropic libera modelo Fable 5 globalmente após fim de restrições dos EUA