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Dólar mantém queda e chega a R$ 5,29 ; Ibovespa avança com recorde de pontos
Publicado 16/09/2025 • 10:11 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 16/09/2025 • 10:11 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O dólar ampliou a queda ao longo da sessão desta terça-feira (16), chegando à cotação de R$ 5,29, às 13h31 (horário de Brasília), valor que não atingia desde maio de 2024, em uma queda de 0,40% na comparação com o fechamento de ontem.
O Ibovespa, que ontem encerrou o pregão com novo recorde do índice, subia 0,19% no mesmo horário, próximo aos 144 mil pontos. Pela manhã, o índice chegou a superar a marca, maior da história no intradiário.
A expectativa dos investidores está concentrada na chamada Superquarta, quando saem as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.
No cenário doméstico, a projeção majoritária do mercado é de manutenção da taxa Selic em 15% ao ano. Já nos EUA, cresce a aposta de um corte de 0,25 ponto percentual pelo Federal Reserve, em meio a sinais de desaceleração da atividade econômica.
Para Elson Gusmão, diretor de Câmbio da Ourominas, o real mostra resiliência diante de fundamentos domésticos, como inflação sob controle e a manutenção da Selic em 15% ao ano. “No exterior, a permanência dos juros altos nos Estados Unidos pressiona moedas emergentes, mas o Brasil ainda encontra suporte na percepção de responsabilidade fiscal e na trajetória mais estável da inflação”, completou.
A agenda desta terça traz indicadores relevantes. No Brasil, o IBGE divulgou a Pnad Contínua, mostrando que a taxa de desemprego caiu para 5,6% no trimestre encerrado em julho. Os dados podem influenciar as expectativas sobre os próximos passos do Banco Central. Nos EUA, serão publicados números de vendas no varejo, produção industrial e estoques das empresas.
O economista Maykon Rodrigues avalia que o mercado de trabalho doméstico segue em trajetória positiva, com sucessivos recordes liderados pelo emprego formal. Ele lembra que, em julho, a relação entre informais e empregados caiu para abaixo de 38% pela primeira vez desde 2020, indicando avanço também do ponto de vista qualitativo.
“Essa dinâmica é um dos principais fatores por trás da lenta desinflação do núcleo de serviços, já que o setor é mais sensível às condições de demanda. A massa salarial, que cresce em torno de 6,3% em termos reais, tem sustentado segmentos da economia mesmo diante da desaceleração. Nesse cenário, o Copom não deve alterar sua comunicação neste momento e deve manter a Selic em 15% por tempo suficiente para reequilibrar os preços”, comentou.
Além da economia, o quadro político também movimenta o mercado. A indicação de Stephen Miran, conselheiro econômico de Donald Trump, avançou no Senado e ele deve participar da reunião do Fed que começa hoje. Já a tentativa de demissão da diretora Lisa Cook foi barrada pela Justiça, embora o governo tenha prometido recorrer.
No Brasil, investidores acompanham ainda a repercussão das ameaças dos EUA após a condenação de Jair Bolsonaro, movimento que adiciona incerteza ao ambiente político na véspera das decisões monetárias.
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