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Geração de Créditos de Descarbonização deve crescer no biênio 25/26 com alta do etanol e estabilidade do biodiesel
Publicado 10/11/2025 • 13:37 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 10/11/2025 • 13:37 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Studio CJ/Getty Images
Geração de CBIOs deve crescer em 2025 e 2026 com alta do etanol e estabilidade do biodiesel
A geração de CBIOs deve alcançar 43 milhões de créditos em 2025, avanço de 1,4% em relação a 2024. O crescimento reflete a expansão estimada de 2,5% na demanda por biocombustíveis, puxada pelo biodiesel e pelo etanol de milho, que têm menor conversão em créditos de descarbonização.
Para 2026, a projeção é de 45,1 milhões de CBIOs, alta de 4,7% sobre o ano anterior. O resultado será sustentado pela elevação de 6,2% na demanda por etanol — anidro e hidratado — e pela manutenção da mistura B15 no biodiesel. O ritmo poderia ser ainda mais intenso caso se confirmem o avanço na produção de etanol de cana e uma eventual adoção do B16.
Segundo Isabela Garcia, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o cenário de 2026 tende a ser mais favorável. “A recuperação do consumo de etanol e a manutenção do ritmo do biodiesel reforçam o crescimento esperado, embora fatores como a predominância do etanol de milho e o limite atual da mistura ainda limitem um avanço mais expressivo na geração de CBIOs”, avalia.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) fixou a meta de 40,39 milhões de CBIOs para 2025, redução de 5,1% em relação à proposta anterior. Apesar disso, o total de metas individuais das distribuidoras soma 49,4 milhões de títulos, considerando o saldo não cumprido de 2024 e os abatimentos aplicados pela ANP.
Para 2026, o cronograma preliminar do RenovaBio indica meta inicial de 48,1 milhões de CBIOs, um aumento potencial de 19% sobre 2025.
Dados da B3 mostram que, até outubro de 2025, foram depositados 35,79 milhões de CBIOs, um crescimento de 1,8% frente ao mesmo período do ano anterior. O ritmo de emissão, porém, desacelerou nos últimos meses, o que é comum no fim do ano.
Segundo Isabela Garcia, o mercado caminha para um equilíbrio entre oferta e demanda, com ajustes graduais que têm reduzido a volatilidade dos preços. A tendência, afirma, é de estabilidade em 2025 e de avanço mais consistente a partir de 2026, acompanhando o fortalecimento da produção de biocombustíveis.
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