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Exclusivo: número de fusões e aquisições no setor de consumo recuou 10% neste ano
Publicado 10/11/2025 • 12:23 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 10/11/2025 • 12:23 | Atualizado há 6 meses
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As empresas do setor de consumo realizaram 94 operações de fusões e aquisições entre janeiro e setembro deste ano, um número 10% menor que o registrado no mesmo período de 2024, quando foram fechados 105 negócios.
Os dados constam do estudo trimestral da KPMG, que acompanha 43 áreas da economia brasileira.
Segundo o levantamento, apenas 19 transações envolveram fundos de private equity e venture capital, reforçando a seletividade dos investidores. Dos oito segmentos pesquisados, apenas três apresentaram crescimento no número de operações.
Os destaques positivos foram hotéis e restaurantes, com 13 operações (alta de 44% sobre 2024); higiene, com 6 (+20%); e alimentos, bebidas e fumo, com 38 (+2,7%).
Na direção oposta, houve retração em shopping centers, com apenas uma transação (-90%); embalagens, com duas (-50%); vestuário e calçados, quatro (-33%); lojas de varejo, 12 (-20%); e supermercados, 18 (-5,3%).
Entre as 94 operações, 66 foram domésticas, envolvendo apenas empresas de capital brasileiro. As demais se dividiram em 16 do tipo CB1, 7 CB2, 1 CB4 e 4 CB5, classificações que distinguem o perfil de capital nacional ou estrangeiro nas transações.

De acordo com a KPMG, o terceiro trimestre de 2025 foi o mais ativo do ano no mercado de fusões e aquisições, com 425 operações, sendo 203 delas de private equity e venture capital.
Nos trimestres anteriores, haviam sido concretizados 330 e 409 negócios. O acumulado de janeiro a setembro chegou a 1.164 operações, uma queda de 2,6% frente às 1.196 registradas em igual período de 2024 — movimento que indica estabilidade na atividade de consolidação empresarial.
Considerando apenas os negócios com fundos de investimento, o volume cresceu 13,9%, passando de 497 para 566 transações.
A KPMG avalia que o volume de fusões e aquisições deve seguir em ritmo moderado até o fim de 2025, com concentração nos segmentos mais resilientes ao consumo e em estratégias de consolidação no varejo e na indústria de alimentos.
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