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Bloqueio de Trump na Venezuela altera preços do petróleo
Publicado 17/12/2025 • 18:16 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/12/2025 • 18:16 | Atualizado há 2 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
O petróleo fechou em alta nesta quarta-feira (17), recuperando parte das perdas recentes, em meio ao aumento das tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e a Venezuela, após o presidente norte-americano, Donald Trump, bloquear petroleiros sancionados do país latino-americano.
Nesta quarta, o petróleo WTI para fevereiro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 1,23% (US$ 0,68), a US$ 55,81 (cerca de R$ 301,37, na cotação atual) o barril. Já o Brent para mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), avançou 1,29% (US$ 0,76), a US$ 59,68 (R$ 322,27) o barril.
O petróleo inverteu sinal e passou a subir já na noite de terça-feira (16), depois que Trump ordenou um bloqueio total de todos os petroleiros sancionados entrando e saindo da Venezuela. Segundo ele, o regime de Nicolás Maduro está usando petróleo de campos roubados para se financiar.
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Ainda na América Latina, o Departamento de Estado dos EUA designou o grupo colombiano Clan del Golfo como uma organização terrorista estrangeira por tráfico de drogas.
Para a Capital Economics, o bloqueio ao óleo sancionado da Venezuela cristaliza um risco-chave que tem ofuscado o mercado da commodity nos últimos meses. Apesar disso, as apostas de alta nos preços são limitadas, principalmente porque mesmo uma perda total das exportações venezuelanas ainda seria consistente com um grande excedente no mercado global no próximo ano, diz a consultoria.
Investidores ainda monitoram possíveis novas sanções dos EUA contra a Rússia, caso Moscou rejeite avanços nas negociações de paz com a Ucrânia, ajudando a manter o prêmio de risco elevado nos mercados de energia.
No radar, os estoques de petróleo nos EUA caíram 1,274 milhão de barris, a 424,417 milhões de barris na semana passada, informou o Departamento de Energia (DoE). Analistas projetavam baixa de 1,9 milhão de barris.
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