Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
China aprova novas regras para retaliação comercial em ‘Lei Antissanções Estrangeiras’
Publicado 24/03/2025 • 13:02 | Atualizado há 1 ano
Greg Abel adota estilo de Buffett em ofensiva de quase R$ 85 bilhões e amplia aposta em tecnologia
Bitcoin cai abaixo de R$ 352 mil e ações da Strategy ampliam perdas
Trump assina decreto sobre inteligência artificial que exige que empresas concedam ao governo acesso antecipado
Abertura de vagas de emprego nos EUA sobe para 7,6 milhões em abril, maior nível em quase dois anos
Blackstone conclui captação de maior fundo de private equity da Ásia
Publicado 24/03/2025 • 13:02 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
No acumulado do ano, os papéis da chinesa também permanecem no azul
Pixabay
O primeiro-ministro da China, Li Qiang, assinou nesta segunda-feira, 24, uma ordem para implementar um novo conjunto de regras para medidas de retaliação comercial no escopo da “Lei Antissanções Estrangeiras”, que está em vigor desde 2021.
Em comunicado, o Conselho de Estado chinês afirma que a regulamentação pretende melhorar e refinar as contramedidas, além de fortalecer a coordenação dos departamentos governamentais.
As novas regras destacam a inclusão dos setores de Educação, Ciência e Tecnologia, Serviços Jurídicos, Proteção Ambiental, Economia e Comércio, Cultura, Turismo, Saúde e Esportes na lista de departamentos sujeitos à lei de retaliações.
Entre as medidas que podem ser tomadas, o governo da China cita multas, limitação de atividades comerciais, proibição de investimentos e de compartilhamento de dados, cancelamento ou restrição de permissões para trabalhar ou de qualificação para residência no país.
O governo chinês poderá apreender dinheiro, depósitos bancários, ações, direitos de propriedade intelectual e outros em posse das empresas e indivíduos que sejam considerados participantes no processo de sanções estrangeiras contra o país.
O governo também poderá expulsar os envolvidos do país. As investigações serão conduzidas pelos departamentos responsáveis por cada setor e os alvos das medidas podem recorrer e pedir a suspensão, modificação ou cancelamento das retaliações “depois de corrigir seu comportamento e eliminar suas consequências”, observa o comunicado.
O governo da China afirma ainda que as retaliações não estão limitadas às novas regras, sugerindo que outros departamentos e medidas podem ser incluídos na legislação.
—
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Embaixada dos EUA detalha punições ao Brasil após classificação de PCC e CV como terroristas
2
EXCLUSIVO: Galapagos perde concessão bilionária por erro primário em due diligence e mercado questiona gestora
3
TIMES | CNBC Parlatório Talks: Mundo saiu da globalização para a “vingança da geopolítica”, diz Marcos Troyjo
4
Bitcoin cai abaixo de R$ 352 mil e ações da Strategy ampliam perdas
5
EUA propõem tarifa de 25% sobre produtos do Brasil após concluir investigação