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China critica proposta do G7 de ampliar restrições ligadas ao petróleo russo
Publicado 15/09/2025 • 18:58 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 15/09/2025 • 18:58 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Unsplash.
Bandeira da China
Pequim manifestou oposição a possíveis medidas econômicas e comerciais que o G7 — formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá — pode adotar sob a justificativa da compra de petróleo russo. A reação ocorre após relatos de que Washington teria solicitado aos aliados do grupo a aplicação de sanções adicionais contra a China, variando entre 50% e 100%.
Em coletiva nesta segunda-feira (15), o porta-voz do Ministério do Comércio da China classificou a proposta como uma forma de “intimidação unilateral e coerção econômica”. Segundo ele, a imposição de tarifas secundárias teria como objetivo pressionar terceiros países — prática considerada inaceitável por Pequim.
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O Ministério do Comércio da China afirmou ainda que a medida violaria entendimentos prévios entre as lideranças de Pequim e Washington, além de representar uma ameaça ao comércio global e à estabilidade das cadeias de suprimentos.
“Se qualquer parte prejudicar nossos interesses, adotaremos as ações necessárias para defendê-los”, declarou o porta-voz.
O representante pediu que os Estados Unidos ajam com “cautela”, busquem resolver divergências por meio do diálogo e trabalhem em cooperação com Pequim para preservar a ordem do comércio internacional e a segurança das cadeias de produção.
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