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China e EUA devem demonstrar ‘respeito mútuo’ nas tensões comerciais, diz Pequim
Publicado 20/02/2025 • 11:19 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 20/02/2025 • 11:19 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
O vice-premiê da China, He Lifeng, garantiu aos líderes empresariais estrangeiros que Pequim continuará a abrir seu mercado
Reprodução: Pixabay
A China pediu nesta quinta-feira (20) que os Estados Unidos mostrem “respeito mútuo” ao gerenciar as tensões comerciais, após o presidente Donald Trump afirmar que um acordo comercial com Pequim é “possível”.
Trump ameaçou aplicar tarifas abrangentes a aliados e adversários, incluindo a China, no mês desde que assumiu o cargo.
No entanto, ele sugeriu na última quarta-feira (19) que um acordo comercial com Pequim era “possível”, acrescentando que os Estados Unidos já haviam chegado a um “grande acordo comercial com a China” em 2020.
Quando questionado sobre os comentários de Trump, o ministério das Relações Exteriores de Pequim afirmou que os dois países “devem resolver suas preocupações por meio de diálogo e consulta com base na igualdade e no respeito mútuo”.
“As guerras comerciais e tarifárias não têm vencedores e servem apenas para prejudicar os interesses das pessoas ao redor do mundo”, disse o porta-voz do ministério, Guo Jiakun, durante uma coletiva de imprensa regular.
“Nos opomos resolutamente aos métodos unilaterais de aumento de tarifas por parte dos EUA”, disse Guo, acrescentando que a China “continuará a adotar as medidas necessárias para defender resolutamente seus próprios interesses legítimos”.
O ministério do Comércio da China afirmou em outra coletiva que Pequim “exige que os EUA não usem a grande clava das tarifas a cada oportunidade, usando as tarifas como ferramenta de coerção”.
“O lado americano deve corrigir suas formas equivocadas e trabalhar com todos os países… para encontrar soluções”, disse o porta-voz do ministério, He Yadong.
No início de fevereiro, Trump impôs tarifas adicionais de 10% sobre todos os produtos importados da China.
Ele também assinou ordens executivas impondo novas tarifas de 25% sobre o aço e alumínio, que entrarão em vigor em março.
Uma entidade do setor de aço da China alertou neste mês que essa medida provavelmente terá um “impacto negativo” no setor.
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