Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
CIA articula presença permanente na Venezuela e amplia influência dos EUA no país
Publicado 28/01/2026 • 07:11 | Atualizado há 5 meses
Trump ganhou de Gianni Infantino US$ 15.000 em ingressos para jogos da FIFA
EUA não renovam acordo comercial trilateral com o Canadá e o México e abrem nova rodada de negociações
PlayStation encerrará produção de discos físicos para novos jogos em 2028
Lamborghini lança novo SUV híbrido de alta performance após desistir de planos para carros elétricos
Anthropic: governo Trump remove restrições de exportação do Claude Fable 5 e do Mythos 5
Publicado 28/01/2026 • 07:11 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
AP Photo/David Goldman
A CIA está trabalhando discretamente para estabelecer uma presença permanente dos Estados Unidos dentro da Venezuela, liderando os planos do governo de Donald Trump para exercer influência sobre o futuro político do país, segundo fontes envolvidas no planejamento.
As discussões entre a agência e o Departamento de Estado concentram-se no formato da presença americana em Caracas, tanto no curto quanto no longo prazo, após a captura do ex-presidente Nicolás Maduro no início deste mês.
Embora o Departamento de Estado deva assumir a missão diplomática formal no futuro, o governo americano pretende contar inicialmente com a CIA, diante da transição política e da instabilidade na segurança interna.
“O Departamento de Estado planta a bandeira, mas a CIA é quem exerce a influência”, afirmou uma fonte à CNN internacional.
No curto prazo, autoridades americanas podem operar a partir de um anexo da CIA, antes da reabertura oficial da embaixada, o que permitiria contatos informais com facções do novo governo, opositores e potenciais ameaças – estratégia semelhante à adotada na Ucrânia.
Leia também: Veja quanto a Venezuela projeta ganhar com abertura de petróleo ao capital privado
O diretor da CIA, John Ratcliffe, foi o primeiro alto funcionário do governo Trump a visitar a Venezuela após a operação contra Maduro, reunindo-se com a presidente interina Delcy Rodríguez e líderes militares.
Segundo fontes, parte da mensagem transmitida foi clara: a Venezuela não poderá servir de refúgio para adversários dos EUA, como China, Rússia e Irã.
A CIA deverá liderar os briefings de inteligência ao novo governo venezuelano, com autorização do gabinete do Diretor Nacional de Inteligência para desclassificar informações estratégicas.
Leia também: Em recado a Trump, China defende acordo com Canadá e critica ‘mentalidade de soma zero’
Agentes da CIA atuaram dentro do país nos meses que antecederam a captura do ex-presidente. Em agosto, uma pequena equipe foi infiltrada para mapear seus deslocamentos e rotinas, além de contar com fontes dentro do próprio governo.
A decisão de Washington de apoiar Rodríguez, em vez da líder opositora Maria Machado, também foi influenciada por análises classificadas da agência sobre os impactos políticos da queda de Maduro.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCAgora, o foco se volta para avaliar o desempenho do novo governo e expandir silenciosamente a influência americana no país.
Leia também: Para garantir segurança contra Rússia, Zelensky quer Ucrânia na UE em 2027
O Departamento de Estado iniciou passos para retomar operações diplomáticas em Caracas, enviando equipes técnicas e de segurança para avaliar a infraestrutura da antiga embaixada, fechada desde 2019.
A diplomata veterana Laura Dogu foi indicada para liderar a Unidade de Assuntos Venezuelanos, baseada atualmente na Colômbia.
Apesar disso, fontes afirmam que faltam diretrizes claras da Casa Branca sobre os objetivos finais da missão, incluindo o cronograma para a retomada completa da presença diplomática.
Trump também declarou interesse em ver empresas petrolíferas americanas retornarem ao país, conectando a estratégia política ao reposicionamento econômico dos EUA na região.
Leia também: Inabaláveis: por que as ações brasileiras ignoraram o ataque à Venezuela?
A situação de segurança permanece volátil, o que reforça o protagonismo inicial da CIA, já que diplomatas normalmente não são treinados para ambientes de alto risco.
Ainda é incerto como a população venezuelana reagirá a uma atuação mais visível da agência – historicamente usada por Maduro como símbolo de interferência estrangeira.
Agora, porém, a CIA ajudou a derrubar o antigo regime e se prepara para desempenhar papel central na nova arquitetura de poder no país.
(*com informaçõe da CNN e Reuters)
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
2
Quem é a brasileira que administra a carreira milionária do jogador norueguês Haaland
3
Anthropic libera modelo Fable 5 globalmente após fim de restrições dos EUA
4
Departamento do Tesouro Americano bloqueia bens de empresários brasileiros nos EUA por ligação com PCC
5
Justiça decide pedido de falência e OI pode deixar de existir