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Cinco empresas e 16 pessoas ligadas ao Hezbollah sofrem sanções impostas pelos Países do Golfo
Publicado 30/06/2026 • 16:45 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 30/06/2026 • 16:45 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Hezbollah
Países do Golfo anunciaram a imposição de sanções para organizações e indivíduos ligados ao Hezbollah, grupo terrorista de forte atuação no Líbano e, antes da guerra com Israel, na Faixa de Gaza. A medida tomada pelas autoridades do Bahrein, Kuwait, Omã, Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos se une aos esforços dos Estados Unidos, contra o partido-milícia Hezbollah. A decisão afeta cinco empresas e 16 pessoas envolvidas na estrutura financeira do grupo xiita.
Os seis países tomaram essa decisão como membros do Centro de Combate ao Financiamento do Terrorismo (TFTC, na sigla em inglês), do qual Washington também faz parte. A imposição é justificada como mecanismo para “desmantelar a capacidade do Hezbollah de explorar o sistema financeiro internacional”, como consta em um comunicado do Tesouro dos Estados Unidos.
Uma das organizações afetadas é a Al Qard al Hasán (AQAH), que de acordo com o órgão americano “se disfarça de ONG”, mas “na prática movimenta fundos ilegalmente por meio de contas fantasmas” para o Hezbollah. A Al Jubara, que administra a contabilidade da instituição, também é impactada.
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Siga o Times | CNBCTambém figuram entre os sancionados a Beit al Mal — descrita pelo departamento dos EUA como “o tesouro não oficial” do Hezbollah, que atua como “intermediário” entre o grupo e os bancos — e as empresas Tashilat Sarl e Auditors for Accounting and Auditing, por prestarem serviços financeiros ao grupo xiita.
Os seis países do Golfo também impuseram sanções a 16 pessoas, a maioria delas altos cargos da AQAH, além do chefe da unidade financeira do Hezbollah, Ibrahim Ali Daher.
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