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Colômbia aposta US$ 1,7 bilhão em “escudo antidrone” para conter guerrilhas e cartéis

Publicado 17/01/2026 • 12:28 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • A Colômbia vai investir US$ 1,68 bilhão em um escudo antidrone para conter ataques de guerrilhas e cartéis, após 264 ofensivas com drones explosivos em dois anos.
  • A iniciativa impulsiona o mercado de tecnologia militar na América Latina e cria novas oportunidades para empresas globais de defesa.
  • O projeto inclui radares, guerra eletrônica e sistemas de neutralização, marcando uma virada estratégica na defesa do país.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro

A Colômbia anunciou nesta sexta-feira um ambicioso projeto de US$ 1,68 bilhão para desenvolver um escudo antidrone, com o objetivo de proteger o país contra ataques de aeronaves não tripuladas carregadas com explosivos operadas por guerrilhas e grupos criminosos ligados ao narcotráfico.

Segundo o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, a iniciativa representa uma virada estratégica na política de segurança do país, que enfrenta há mais de seis décadas um conflito armado interno envolvendo forças militares, o Exército de Libertação Nacional (ELN), dissidentes das FARC, milícias e cartéis de drogas.

“O país está embarcando em uma das estratégias mais ousadas e inovadoras para nossa segurança e defesa nacional”, afirmou o ministro. O governo já aprovou US$ 271,1 milhões para a primeira fase do programa, que prevê a integração de radares, sensores, sistemas de interferência eletrônica e armas de neutralização de drones.

Entre 2024 e 2025, a Colômbia registrou 264 ataques com drones explosivos, concentrados principalmente em regiões de selva e áreas montanhosas usadas para o cultivo de coca, base da produção de cocaína. Os ataques deixaram 15 soldados mortos e 153 feridos, segundo dados oficiais.

O projeto foi apresentado em uma reunião em Bogotá com países e empresas interessadas em fornecer tecnologia militar, reforçando o apetite da Colômbia por soluções de defesa aérea de última geração. Em novembro, o governo já havia assinado um contrato de 3,1 bilhões de euros com a sueca Saab para a compra de 17 caças Gripen, ampliando o investimento em modernização militar.

Para analistas, o escudo antidrone coloca a Colômbia na vanguarda da corrida por tecnologias de guerra assimétrica na América Latina e abre oportunidades bilionárias para empresas globais de defesa, cibersegurança e eletrônica militar.

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