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O fundador da Uber e ex-CEO da companhia, Travis Kalanick, anunciou nesta sexta-feira (13) que renomeou sua mais recente empresa para Atoms e afirmou que está expandindo suas atividades para além do setor de alimentação, passando a atuar também nas áreas de mineração e transporte.

CNBCEx-CEO da Uber rebatiza empresa como Atoms e amplia atuação para mineração e transporte

Conflito no Oriente Médio

Chanceler iraniano telefona para França e pede que países evitem ampliar a guerra

Publicado 15/03/2026 • 08:37 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • O chanceler iraniano Abbas Araghchi ligou para a França e pediu que países evitem ações que escalem o conflito com Israel e os EUA.
  • O Estreito de Ormuz permanece praticamente bloqueado pela ameaça de ataques iranianos, colocando em risco o abastecimento global de petróleo.
  • Trump pediu que nações aliadas enviem navios de guerra para proteger rotas de petróleo que passam pelo Estreito de Ormuz.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, afirmou nesta quarta-feira (11) que a infraestrutura nacional do país está sob ataque, anunciando que as “poderosas forças armadas irão retaliar pelo crime”.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, telefonou neste domingo para seu homólogo francês, Jean-Noël Barrot, e pediu que os países se abstenham de qualquer ação que possa ampliar o conflito com Israel e os Estados Unidos. A diplomacia iraniana tenta conter os riscos de escalada enquanto o Estreito de Ormuz permanece praticamente paralisado pela ameaça de ataques.

Em comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores do Irã, Araghchi instou as demais nações a “abster-se de qualquer ação que possa levar à escalada e à expansão do conflito”. O apelo foi feito diretamente à França, país com peso diplomático na União Europeia e interlocutor histórico em crises do Oriente Médio.

Leia também; O que foi a “tanker war”? Entenda o risco de ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz

Ormuz no centro das tensões

A ligação ocorre em um momento de pressão intensa sobre as rotas marítimas de energia. O Estreito de Ormuz, por onde passa parcela significativa do petróleo consumido no mundo, está virtualmente bloqueado pela ameaça de ataques iranianos, o que elevou a preocupação de governos e mercados globais.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu à situação pedindo que outros países enviem navios de guerra para garantir a segurança do tráfego no estreito e proteger o abastecimento mundial de petróleo. A iniciativa americana aumenta a pressão sobre aliados europeus e asiáticos para que se posicionem diante do conflito.

Diplomacia iraniana em campo

Ao acionar Paris, Teerã busca abrir um canal de interlocução com potências ocidentais capazes de moderar as reações internacionais. A França tem sido um dos principais intermediários europeus em negociações com o Irã ao longo dos últimos anos, inclusive nas rodadas do acordo nuclear.

O movimento de Araghchi sinaliza que o Irã reconhece o risco de que outros atores entrem no conflito, seja por pressão americana, seja por iniciativa própria diante da ameaça às rotas de energia.

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