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França acusa EUA e Israel por origem da crise e cobra fim do bloqueio em Ormuz
Publicado 27/04/2026 • 16:16 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 27/04/2026 • 16:16 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, responsabilizou nesta segunda-feira (27), os Estados Unidos e Israel pela origem militar da atual crise no Oriente Médio quanto a posterior interrupção da navegação no Estreito de Ormuz, ao afirmar que a passagem marítima não pertence a nenhum país e não pode ser usada como instrumento de pressão.
Durante reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre segurança marítima, o chanceler declarou que o fechamento da rota provocou impactos humanitários e energéticos globais.
Segundo Barrot, a crise começou após operações conduzidas por estes países, realizadas sem objetivo claramente definido e em desrespeito ao direito internacional.
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Apesar da crítica direta a Washington e Tel Aviv, o ministro afirmou que o Irã passou a responder agora pelas medidas adotadas na via marítima considerada estratégica para o abastecimento mundial de energia.
Barrot indicou que a situação atual agravou ainda mais os efeitos econômicos e geopolíticos da escalada regional.
Ao defender a liberdade de navegação, o chanceler francês comparou os estreitos marítimos a estruturas vitais da economia global.
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“Estreitos são as artérias do mundo. Não são propriedade de nenhum indivíduo”, afirmou Barrot.
“Não estão à venda e, portanto, não podem ser obstruídos por obstáculos, pedágios ou subornos, nem pelo Irã, nem por qualquer outra parte, e sob nenhum pretexto”, ressaltou.
O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais sensíveis do planeta, por onde tradicionalmente passa parcela relevante do comércio global de petróleo.
Com a escalada das tensões e as restrições recentes na passagem, governos e mercados acompanham com preocupação os riscos para energia, inflação e cadeias logísticas internacionais.
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