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Quem são os líderes do Irã mortos nos ataques dos EUA e Israel?
Publicado 03/03/2026 • 19:45 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 03/03/2026 • 19:45 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Reuters
Irã: Quais líderes iraniano morreram no bombardeio dos EUA
Os recentes bombardeios americanos e israelenses contra o Irã resultaram na morte do Líder Supremo Ali Khamenei e outros integrantes da alta cúpula iraniana. A morte de Khamenei, que estava no comando do país desde 1989, gerou uma onda de revolta entre integrantes do governo e da Guarda Revolucionária.
Vale lembrar que, além desta liderança armada, o país é a casa de um dos grupos terroristas de maior alcance global, o Hezbollah. Após a confirmação da morte do Khamenei, o grupo terrorista financiado pelo Irã garantiu que haverá vingança por parte dos iranianos.
Leia também: Israel e EUA atacam prédio onde será eleito o novo líder supremo do Irã; 88 aiatolás estariam presentes
Além da morte de Ali Khamenei, a filha, o genro e o neto do líder supremo, os ataques americanos com auxílio de Israel também culminaram na morte de líderes de grande influência do país. De acordo com o portal de notícias Al Jazeera, o atual presidente Masoud Pezeshkian declarou que o ataque ao Irã é “declaração aberta de guerra contra os muçulmanos“.
Ainda em anúncio para a população iraniana após as ofensivas dos dois países inimigos, Pezeshkian ainda afirmou que “este evento trágico é a maior provação do que o mundo islâmico enfrenta hoje“. Apesar de presidente, Masoud possui um poder reduzido em comparação ao Líder Supremo, ao qual respondia antes da morte de Khamenei.
Ainda de acordo com o portal de notícias Al Jazeera, os demais mortos na operação americana seriam de alta importância para o governo iraniano, incluindo decisões internacionais e possíveis acordos com países do exterior.
Ali Shamkhani, de 70 anos, ocupava o cargo de secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã e era considerado um conselheiro próximo do líder supremo, Ali Khamenei. Além disso, ele também comandou por mais de uma década o Conselho Supremo de Segurança Nacional (SNSC) do Irã.
Figura política importante, Shamkhani também teve papel de destaque nas negociações entre Teerã e Washington sobre o programa nuclear iraniano, acompanhando de perto as rodadas de diálogo entre os dois países.
Abdolrahim Mousavi exercia o cargo de chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã. Ele foi nomeado para a função pelo líder supremo, Ali Khamenei, poucos dias após os ataques atribuídos a Israel contra o território iraniano, em junho do ano passado.
Antes disso, Mousavi comandou o Exército iraniano entre 2017 e 2025, período em que consolidou influência dentro da estrutura militar do país.
É possível que Mousavi tenha tido um papel relevante no avanço do programa de mísseis balísticos do Irã, no desenvolvimento de sistemas de drones, um dos principais motivos que levaram aos ataques dos Estados Unidos e Israel.
Aziz Nasirzadeh ocupou o cargo de ministro da Defesa do Irã no governo de Masoud Pezeshkian. Anteriormente, ele exerceu a função de vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas e comandou a Força Aérea do país entre 2018 e 2021, período em que ampliou sua influência na estrutura militar nuclear iraniana.
Mohammad Pakpour atuou como comandante-em-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) de junho de 2025 até sua morte. Esse grupo também chegou a ser liderado por Ali Khamenei antes da nomeação como Líder Supremo do Irã.
Ao longo da carreira militar, Pakpour comandou inicialmente unidades blindadas da corporação e, mais tarde, esteve à frente de uma divisão de combate durante a guerra entre Irã e Iraque, na década de 1980.
Leia também: Irã ameaça atacar todos os centros econômicos do Oriente Médio e levar o petróleo a US$ 200
Após as ofensivas americanas e israelenses que mataram os líderes citados, o Irã tem respondido aos ataques com bombardeios em locais estratégicos. Logo após as explosões em Teerã, mísseis iranianos atingiram uma base americana em Doha, no Catar.
Mesmo sem mortes de nomes importantes, os ataques do Irã devem continuar como resposta às ofensivas dos inimigos iranianos. Como alternativa de iniciar uma pressão para a retirada das tropas americanas, autoridades locais definiram pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota marítima para produtos como petróleo e gás natural. O fechamento do local pode causar impactos severos à economia de diversos países do exterior.
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