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Quem é o neto do aiatolá Khomeini, citado como possível líder supremo após a morte de Khamenei
Publicado 02/03/2026 • 14:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 02/03/2026 • 14:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Wikimedia Commons.
No último sábado (28), o aiatolá Ali Khamenei, Líder Supremo do Irã, de 86 anos, morreu durante o ataque dos Estados Unidos e Israel. Agora, a República Islâmica do Irã se prepara para escolher uma nova liderança suprema.
Dentro desse contexto, um dos nomes visados é o de Hassan Khomeini, de 53 anos, neto do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador da República Islâmica do Irã.
Leia também: Ministro das Relações Exteriores do Irã: morte de Khamenei agrava conflito e viola direito internacional
Hassan é um dos 15 netos de Khomeini e é próximo de reformistas, segundo informações da Reuters. Por exemplo, os ex-presidentes Mohammed Khatami e Hassan Rouhani, ambas figuras políticas que ajudaram a aproximar o Irã do Ocidente.
Contudo, ele nunca exerceu funções políticas. Atualmente, ele tem o papel simbólico de zelar pelo mausoléu de Ruhollah Khomeini, ao sul da cidade de Teerã.
Ademais, Hassan Khomeini é considerado rival de outras figuras da “linha-dura” do governo de Ali Khamenei, incluindo o filho do líder, Mojtaba.
Leia também: Após morte de Khamenei, assessor iraniano diz que país responderá com “força jamais experimentada”
Assim como noticiado anteriormente, o aiatolá Ali Khamenei morreu no primeiro dia de ataque ao Irã, por parte dos Estados Unidos e Israel. Trata-se de uma ofensiva para derrubar a república islâmica.
Na data, a televisão estatal iraniana confirmou a morte de Khamenei horas após o presidente Donald Trump anunciar o assassinato do clérigo de 86 anos, que ele descreveu como “uma das pessoas mais perversas da história”.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da História, está morto”, escreveu Trump na Truth Social. “Ele foi incapaz de escapar de nossa inteligência e de nossos sofisticados sistemas de rastreamento e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer.”
Nesse sentido, a CIA (Agência Central de Inteligência) soube que o líder participaria de uma reunião na manhã de sábado em Teerã. A partir disso, os exércitos americano e israelense identificaram sua localização, abrindo caminho para o ataque final, segundo o The New York Times. Em geral, a CIA estudava os passos de Khamenei há meses, conhecendo até mesmo sua casa e seus hábitos.
Apesar do ato ser considerado um triunfo para Donald Trump, a maioria dos cidadãos dos EUA desaprova a medida, segundo uma pesquisa feita pela Reuters e IPSOS. Segundo o levantamento, de 1.282 adultos do país, 43% desaprovaram, 27% aprovaram e 29% estão indecisos sobre a ação que levou Ali Khamenei ao óbito.
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