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Conheça o USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, enviado por Trump ao Caribe
Publicado 25/10/2025 • 13:25 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 25/10/2025 • 13:25 | Atualizado há 5 meses
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Facebook/USS Gerald R. Ford - CVN 78
O governo de Donald Trump enviou, na sexta-feira (24), o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo e o mais moderno da frota norte-americana, ao mar do Caribe. O Pentágono afirmou que a missão tem o objetivo de “ampliar e fortalecer as capacidades existentes para interromper o tráfico de drogas e degradar e desmantelar organizações criminosas transnacionais”.
A força embarcada inclui três destróieres: USS Mahan, USS Bainbridge e USS Winston S. Churchill. Além disso, há esquadrões de caças F/A-18 e helicópteros de ataque. O grupo de ataque deve chegar à área de operações nos próximos dias, reforçando a já expressiva presença militar americana no Caribe.
Primeiro da nova geração de porta-aviões norte-americanos, o Gerald R. Ford representa um salto tecnológico em relação à classe Nimitz, que dominou os mares por quase cinco décadas.
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A embarcação tem 337 metros de comprimento, desloca cerca de 100 mil toneladas e é movida por dois reatores nucleares A1B, capazes de gerar energia suficiente para impulsionar o navio a velocidades superiores a 30 nós (cerca de 55 km/h).
De acordo com informações da Reuters, ele pode carregar cerca de 5 mil militares. O porta-aviões custou quase US$ 13 bilhões e carrega armas como mísseis de autodefesa ESSM e o sistema de armas de curto alcance CIWS.

Entre as inovações, o navio é o primeiro a usar o sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves (EMALS), substituindo as antigas catapultas a vapor. Ele também conta com o Advanced Arresting Gear (AAG), um sistema mais eficiente para frear aeronaves durante o pouso, além de elevadores de armas automatizados e infraestrutura modernizada que reduz o número de tripulantes necessários para as operações diárias.

Com espaço para mais de 75 aeronaves, podendo chegar a cerca de 90, conforme a configuração, o porta-aviões é o núcleo de um Carrier Strike Group, grupo de ataque que combina destróieres, cruzadores e submarinos de apoio. Essa estrutura permite aos Estados Unidos projetar poder aéreo e naval em praticamente qualquer parte do mundo.
O navio foi comissionado oficialmente em julho de 2017, após quase uma década de construção e testes. Em 2021, passou por um teste de resistência a explosões submarinas, conhecido como Full Ship Shock Trial, que comprovou sua capacidade de suportar ataques de alta intensidade.


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