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Criptomoedas: sensibilidade a pressão de techs derruba bitcoin
Publicado 17/12/2025 • 18:15 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 17/12/2025 • 18:15 | Atualizado há 3 meses
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Bitcoin
O bitcoin operou em queda nesta quarta-feira (17), depois de ameaçar recuperação durante o início da tarde. Volátil, a moeda digital acompanhou a piora no sentimento de risco em Nova York, conforme investidores reavaliam posições no fim de ano em ambiente global de cautela e diante de indicadores divergentes da economia americana.
Por volta das 17h10 (em Brasília), o bitcoin caía 1,91%, a US$ 85.970,85 (cerca de R$ 464.242,59, na cotação atual), enquanto o ethereum operava em queda de 4,43%, a US$ 2.795,72 (R$ 15.096,89), de acordo com a plataforma da Binance.
O bitcoin chegou a subir acima de US$ 90 mil e o ethereum avançou para a marca de US$ 3 mil nesta tarde, no que analistas apontaram como um alívio técnico diante de uma leitura mais equilibrada dos dados de emprego dos EUA da véspera.
Contudo, a deterioração no sentimento de risco, puxada por fortes perdas do setor de tecnologia em Nova York, se refletiu sobre as criptomoedas, que apagaram os ganhos.
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Para a B2BINPAY, o comportamento recente do bitcoin mostra que o ativo segue sensível ao humor global. A empresa afirma que o enfraquecimento recente do bitcoin está “ligado a uma retomada da aversão ao risco” e que a correlação com ações de tecnologia “voltou a se intensificar”, indicando que o criptoativo ainda se comporta como um ativo sensível ao risco no curto prazo, e não como um hedge independente.
A casa avalia que, caso a aversão ao risco volte a ganhar força, o bitcoin pode testar a faixa entre US$ 80 mil (R$ 432.000,00) e US$ 82 mil (R$ 442.800,00).
Em um cenário mais favorável, com condições mais calmas nos mercados acionários, a criptomoeda poderia se recuperar em direção a US$ 95 mil (R$ 513.000,00), embora ainda distante das máximas históricas.
O ethereum, por sua vez, acompanha o movimento do bitcoin, refletindo a mesma dinâmica de maior sensibilidade ao apetite por risco e às expectativas para a trajetória dos juros americanos em 2026.
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