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Descubra qual é o país europeu onde vinho e cerveja são até 19% mais baratos
Publicado 08/01/2026 • 12:38 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 08/01/2026 • 12:38 | Atualizado há 2 meses
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A Europa tem um país que chama atenção dos amantes de vinho e cerveja: por lá, os preços das bebidas alcoólicas estão entre os mais baixos do bloco, atraindo turistas e curiosos, e esse país é a Itália. Dados recentes mostram que os valores são até 19% inferiores à média da União Europeia, patamar que nenhum outro Estado-membro alcança. A Alemanha aparece logo atrás, com preços 14% abaixo da média, enquanto a Finlândia lidera o ranking dos mais caros, com custos 110% superiores.
A Itália é também o maior produtor mundial de vinhos, um produto central do “made in Italy”, e o setor de cervejas artesanais tem crescido de forma consistente. Regiões vinícolas e cidades históricas consolidam-se como destinos estratégicos para consumo e turismo enogastronômico, combinando tradição e inovação.
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O país também se destaca como destino para indivíduos de alto patrimônio, atraídos por um regime de imposto fixo de 200 mil euros anuais, sem incidência sobre rendimentos obtidos no exterior. Estima-se que cerca de 3.600 milionários possam se estabelecer na Itália nos próximos anos, movimentando até US$ 21 bilhões em capital privado e reforçando a posição do país no radar de investidores globais.
O mercado imobiliário acompanha esse fluxo de riqueza. Em Milão, os imóveis valorizaram 49% desde 2017, com previsão de alta adicional de 3,5%. Já o Lago de Como mantém reajustes médios de 3 a 4% ao ano, atraindo compradores motivados tanto pelo prestígio quanto pela exclusividade das propriedades, muitas vezes escolhidas pela localização e vistas diferenciadas.
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Especialistas destacam que o imposto fixo funciona como um incentivo fiscal direto e simples, sem exigir aportes adicionais, diferenciando a Itália de outros programas europeus, como na Grécia e no Reino Unido, que impõem restrições financeiras extras.
Apesar do efeito limitado sobre o déficit público, a medida mantém o país competitivo entre destinos globais, atraindo um grupo restrito, porém altamente lucrativo, de investidores e milionários.
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