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Estados Unidos e Colômbia prometem luta conjunta contra guerrilheiros
Publicado 08/01/2026 • 13:54 | Atualizado há 20 horas
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Publicado 08/01/2026 • 13:54 | Atualizado há 20 horas
KEY POINTS
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro
O presidente de esquerda da Colômbia, Gustavo Petro, concordou com o presidente americano, Donald Trump, em tomar uma “ação conjunta” contra guerrilheiros que traficam cocaína na fronteira com a Venezuela, disse o ministro do Interior de Bogotá nesta quinta-feira (8).
Os dois líderes realizaram sua primeira conversa telefônica na quarta-feira, diminuindo as tensões depois que Trump ameaçou tomar medidas militares contra a Colômbia após a deposição do líder de esquerda da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas forças americanas.
Trump e Petro “se comprometeram a tomar medidas conjuntas” contra o Exército de Libertação Nacional (ELN), o último grande grupo rebelde armado remanescente na Colômbia, disse o ministro do Interior, Armando Benedetti, em entrevista à Blu Radio.
A Colômbia acusa o ELN de lançar ataques e sequestrar soldados colombianos, além de se refugiar em bases na Venezuela. Petro pediu a Trump “para ajudar a atacar com força o ELN na fronteira” com a Venezuela, disse Benedetti.
Ele disse que os guerrilheiros devem “ser atacados pela retaguarda”, assim como em solo colombiano.
Leia também: Após ameaçar Colômbia, Trump liga para Petro e marca encontro na Casa Branca
A Colômbia e a Venezuela compartilham uma fronteira porosa de 2.200 quilômetros (1.400 milhas), onde vários grupos armados disputam o controle dos lucros do tráfico de drogas, da mineração ilegal e do contrabando.
Petro tentou negociar um acordo de paz com o ELN após chegar ao poder em 2022, mas suas tentativas fracassaram.
Ele aceitou o convite de Trump para se encontrar em Washington, apesar das acaloradas trocas de farpas dos últimos dias, nas quais Trump chamou Petro de narcotraficante e o líder colombiano prometeu pegar em armas contra qualquer ataque dos EUA.
Depois de Petro criticar os Estados Unidos pela prisão de Maduro em Caracas em 3 de janeiro, Trump disse a Petro para “tomar cuidado com o que faz”.
Washington e Bogotá desfrutam de cooperação em segurança há décadas, mas os laços se deterioraram desde que Trump iniciou seu segundo mandato em janeiro passado.
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