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EUA revelam quais produtos podem ficar mais baratos em acordo com a China

Publicado 28/09/2026 • 23:30 | Atualizado há 34 minutos

KEY POINTS

  • EUA estudam reduzir tarifas sobre 77 categorias de produtos chineses.
  • China avalia cortes para mais de 1.600 categorias de produtos americanos.
  • Novas tarifas ainda não têm alíquotas nem data para entrar em vigor.
Trump e Xi Jinping

Foto: AFP

EUA revelam quais produtos podem ficar mais baratos em acordo com a China

EUA e China avançaram nas negociações para reduzir tarifas sobre uma série de produtos, mas ainda não definiram os novos valores. A Casa Branca divulgou no último domingo (27) as categorias que podem entrar na lista de redução dentro do acordo comercial de US$ 30 bilhões (R$ 155,4 bilhões).

O documento apresenta os produtos que os dois países vão analisar, mas não estabelece alíquotas nem uma data para o início das mudanças.

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Produtos chineses

Os Estados Unidos avaliam reduzir tarifas sobre 77 categorias de produtos chineses. A relação inclui itens como eletrodomésticos, brinquedos sem conexão à internet, enfeites de Natal, cadeirinhas para carros, bolas esportivas e fogos de artifício.

A Casa Branca afirma que os dois governos vão analisar as listas com base nos fluxos comerciais de 2024. Cada país ainda precisa seguir suas próprias regras e procedimentos para definir eventuais reduções.

EUA revelam quais produtos podem ficar mais baratos em acordo com a China
Foto: AFP

China analisa produtos americanos

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De acordo com análises internacionais, a lista chinesa é maior e reúne mais de 1.600 categorias de produtos dos Estados Unidos. Entre os itens aparecem carnes bovina, suína e de aves, frutos do mar, laticínios, trigo, milho, carvão, uísque, cosméticos, madeira e equipamentos médicos.

O governo chinês confirmou um entendimento para uma redução recíproca de tarifas e afirmou que os dois governos devem trabalhar na implementação das medidas.

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Acordo ainda não mudou as tarifas

A aproximação acontece após a escalada comercial entre os dois países e uma trégua estabelecida em outubro de 2025. A suspensão das tarifas segue prorrogada até 10 de janeiro. Recentemente, os dois presidentes se encontraram nos Estados Unidos em tom leve e descontraído.

Os EUA também afirmam que a China se comprometeu a comprar pelo menos 10 milhões de toneladas de carvão americano por ano em 2027 e 2028. O governo chinês, porém, não incluiu essa informação em seu comunicado.

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