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Executivo do Grupo Corona é encontrado morto no México

Publicado 05/01/2026 • 14:10 | Atualizado há 2 dias

KEY POINTS

  • José Adrián Corona Radillo, presidente da companhia mexicana, havia sido sequestrado em dezembro e foi encontrado sem vida no município de Atenguillo, em Jalisco.
  • No comando da empresa, o executivo detinha uma posição de alto escalão, sendo o principal responsável pela imagem institucional e pelas diretrizes de mercado do grupo.
  • Empresa de Jalisco não é a mesma da marca de cerveja operada pelo Grupo Modelo/AB InBev.

Dias após ser levado por sequestradores em uma rodovia no interior do México, o presidente do Grupo Corona, José Adrián Corona Radillo, foi encontrado sem vida no município de Atenguillo, em Jalisco. O caso, que veio a público por meio do veículo argentino Infobae, mobilizou a Promotoria-Geral do Estado desde o registro da ocorrência, em 26 de dezembro. Radillo era o proprietário de marcas conhecidas como Rancho Escondido, Tequila Don Armando e Dolce Amore, dentro de uma das companhias mais importantes do país.

Sem que detalhes sobre a autoria, motivação ou suspeitos tenham sido divulgados até o momento, a Promotoria de Jalisco confirmou que as investigações para esclarecer o crime seguem em andamento. De acordo com as autoridades locais, o corpo do executivo apresentava marcas nítidas de violência, com evidências de espancamento e perfurações causadas por disparos de arma de fogo.

De acordo com dados de autoridades e da imprensa local, o presidente do Grupo Corona foi rendido por homens armados no momento em que passava pelo entroncamento de Volcanes, no município de Atenguillo. O crime se deu enquanto o empresário utilizava a estrada que liga Talpa de Allende a Puerto Vallarta, um trajeto conhecido por sua importância para a região e por ser uma rota frequente de turistas.

Acompanhado pela companheira e pelos filhos no instante em que foi rendido, o executivo teve seu veículo parado em uma ação cujos detalhes técnicos ainda estão sendo processados pela polícia. O que ocorreu com os acompanhantes após o início do sequestro não foi divulgado pelas autoridades, que optaram por preservar as informações sob sigilo operacional enquanto as apurações avançam.

Leia também: Corona reporta queda nas vendas de cerveja; tarifas aumentam custo de matéria-prima

Embora o Grupo Corona ainda não tenha se pronunciado publicamente sobre possíveis impactos em sua gestão, a morte de José Adrián Corona Radillo levanta dúvidas sobre o futuro da governança da organização. No comando da empresa, o executivo detinha uma posição de alto escalão, sendo o principal responsável pela imagem institucional e pelas diretrizes de mercado do grupo.

A produção de destilados e licores tradicionais, especialmente os derivados de agave, é o pilar central do Grupo Corona, empresa de Jalisco que não deve ser confundida com a marca de cerveja operada pelo Grupo Modelo/AB InBev. Devido à natureza representativa e estratégica do cargo ocupado por Corona Radillo, o grupo agora enfrenta o desafio de formalizar sua governança e assegurar a continuidade administrativa perante parceiros e investidores no futuro próximo.

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