Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Diretora do Fed diz que só vai haver cortes nos juros com melhora na inflação
Publicado 17/02/2025 • 18:20 | Atualizado há 12 meses
Ações da Pandora sobem após CEO dizer que empresa quer reduzir dependência da prata
Google supera expectativas de receita e projeta aumento significativo nos gastos com IA
China intensifica ameaças após decisão sobre o Canal do Panamá que deu vitória importante a Trump
Walmart atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão, impulsionado pelo crescimento do e-commerce
O que os ciclos passados do ouro dizem sobre o futuro do metal
Publicado 17/02/2025 • 18:20 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
Michelle Bowman, diretora do Fed diz que cortes dos juros podem ocorrer em julho.
Montagem/Reprodução
A diretora do Federal Reserve, Michelle Bowman, afirmou nesta segunda-feira (17) que, embora a política monetária “esteja em um bom lugar agora”, ela deseja ver uma melhora maior na inflação antes de realizar novos cortes nas taxas de juros.
“Gostaria de ter mais confiança de que o progresso na redução da inflação continuará à medida que consideramos fazer mais ajustes na faixa alvo”, disse Bowman em um discurso na Associação Americana de Banqueiros.
Bowman afirmou que a alta nos preços dos bens essenciais desde a primavera passada desacelerou o progresso. Embora espere que a inflação continue a desacelerar este ano, ela afirmou que a desinflação “pode demorar mais do que gostaríamos”.
“Continuo vendo maiores riscos à estabilidade dos preços, especialmente enquanto o mercado de trabalho se mantiver forte”, afirmou Bowman.
O índice de preços ao consumidor mais recente mostrou que a inflação aumentou mais do que o esperado em janeiro, subindo 0,5% em relação ao mês anterior, enquanto a estimativa da Dow Jones previa um aumento de 0,3%. Isso elevou a taxa anual de inflação para 3%, superando as previsões consensuais de 2,9%.
O Fed manteve sua taxa alvo em uma faixa de 4,25% a 4,5% na reunião de política monetária de janeiro.
Bowman disse na segunda-feira que o nível atual é apropriado para “permitir que o comitê seja paciente e preste mais atenção aos dados de inflação à medida que evoluem”.
“A postura atual da política também oferece a oportunidade de revisar mais indicadores de atividade econômica e obter mais clareza sobre as políticas do governo e seus efeitos na economia”, continuou Bowman.
As tarifas impostas pelo presidente Donald Trump sobre os maiores parceiros comerciais dos EUA levantaram preocupações entre economistas sobre preços mais altos. As expectativas de novos cortes nas taxas de juros em 2025 enfraqueceram devido à guerra comercial de Trump. Os traders estão atualmente prevendo apenas uma redução de um quarto de ponto percentual na taxa este ano, de acordo com dados do CME Group.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 NAS PRÓXIMAS SEMANAS: FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto, TCL, LG Channels | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Mais lidas
1
Relatório aponta distorções bilionárias e crise de liquidez na Patria Investimentos; Fundo nega
2
Pátria Investimentos: por que um relatório colocou a gestora sob os holofotes
3
Quem é a Pátria Investimentos, gestora bilionária no centro de questionamentos sobre liquidez
4
Inadimplência bate novo recorde no Brasil e atinge 8,9 milhões de empresas; entenda o impacto
5
Ouro se mantém firme após liquidação histórica, mas prata pode enfrentar mais volatilidade