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França fecha o cerco a alimentos do Mercosul e ameaça acordo com a UE
Publicado 06/01/2026 • 10:04 | Atualizado há 2 dias
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Publicado 06/01/2026 • 10:04 | Atualizado há 2 dias
KEY POINTS
A França anunciou no domingo (4) que irá suspender a importação de produtos alimentícios da América do Sul que contenham resíduos de substâncias proibidas na União Europeia. A medida ocorre em meio à pressão política interna para barrar a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, prevista para 12 de janeiro.
O governo do presidente Emmanuel Macron enfrenta resistência do setor agrícola francês, que teme o impacto da entrada de produtos sul-americanos mais competitivos, como carne, arroz, mel e soja, no mercado europeu, em troca da ampliação das exportações de veículos e máquinas europeias para os países do bloco sul-americano.
Segundo o primeiro-ministro Sébastien Lecornu, o governo francês irá publicar, nos próximos dias, um decreto para suspender a importação de produtos que contenham resíduos de substâncias proibidas na Europa, incluindo mancozeb, glufosinato, tiofanato-metilo e carbendaziml compostos classificados como fungicidas ou herbicidas.
A iniciativa parte da ministra da Agricultura, Annie Genevard, e, de acordo com o Ministério da Agricultura, o decreto deverá ser publicado na terça-feira (6).
No entanto, a medida ainda depende do aval da Comissão Europeia, que precisa se manifestar em um prazo de até 10 dias. A ministra espera obter o sinal verde durante uma visita oficial a Bruxelas na quarta-feira (7), segundo informou a AFP.
Lecornu detalhou que a restrição atingirá uma ampla gama de alimentos, como abacates, mangas, goiabas, cítricos, uvas e maçãs, além de melões, cerejas, morangos e batatas, provenientes da América do Sul ou de outros mercados.
O premiê também anunciou a criação de uma brigada especializada para intensificar as fiscalizações sanitárias. Segundo ele, trata-se de uma “primeira etapa para proteger os setores agrícolas e os consumidores franceses”, além de combater a concorrência desleal, classificada como um desafio de justiça e equidade para os produtores locais.
Produtos do agro sul-americano que deixarão de ser importados pela França:
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