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PDRN, ativo regenerativo da pele, chega ao mercado de cosméticos
Publicado 26/02/2026 • 20:35 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 26/02/2026 • 20:35 | Atualizado há 2 semanas
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A indústria de beleza sul-coreana, principal referência em cuidados com a pele, transformou o PDRN em um ativo de desejo global, levando para o varejo um composto antes restrito a procedimentos em consultórios, disse Luiza Souza, comentarista de beleza, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Ela explicou a origem e as propriedades regenerativas que fundamentam o sucesso desse ativo no mercado internacional: “Ele virou um queridinho como injetável nas clínicas da Ásia e Europa, vindo do DNA do salmão, e agora entra para o mainstream de forma tópica. A gente já pode usar cremes, serums e brumas que trazem efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes que antes só conseguíamos injetando”.
A comentarista detalhou que a tecnologia por trás do produto não se trata de uma solução passageira, mas de uma mudança estrutural na derme. “Não existe milagre, estamos falando de ciência e biotecnologia que impulsiona a produção de colágeno e elastina. Diferente de ativos que prometiam um ‘efeito Cinderela’ rápido, o PDRN atua de forma profunda, mudando a estrutura da pele a longo prazo”, afirmou.
No Brasil, marcas como a ADCOS e a Dermage já incorporaram a substância em seus lançamentos recentes para atender à demanda por longevidade celular. “As empresas estão correndo para colocar esse ativo no mercado porque o público quer novidade e tecnologia. O Cell Booster da ADCOS, por exemplo, é um sérum que foca nessa hidratação que vai além do superficial, agindo diretamente nos fibroblastos”, pontuou.
A democratização do PDRN também abriu espaço para alternativas sustentáveis, como versões vegetais desenvolvidas por empresas brasileiras. “A Simple Organic, que é uma marca vegana, conseguiu trazer esse efeito do DNA do salmão de forma orgânica e vegana através de derivados do arroz. É interessante ver como essas moléculas são o futuro e estão se tornando tão conhecidas quanto o ácido hialurônico”.
Por fim, Luiza Souza ressaltou a importância de integrar o ativo a uma rotina já existente, sem substituir outros pilares do cuidado facial. “O PDRN não substitui a vitamina C ou o retinol, ele vem para somar na regeneração celular e estrutura. É seguro para a maioria das pessoas, mas é essencial consultar um dermatologista, especialmente para quem tem peles mais reativas e sensíveis”, concluiu.
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