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Governo Trump diz que diplomacia é a primeira opção para aquisição da Groenlândia
Publicado 07/01/2026 • 17:12 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 07/01/2026 • 17:12 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto oficial da Casa Branca por Daniel Torok
O presidente Donald Trump
O governo do presidente Donald Trump “não descarta” o uso de força militar em relação à Groenlândia e quer “todas as opções estão sobre a mesa”. Foi o que endossou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (7). Segundo ela, “a primeira opção é sempre a diplomacia, mas todas as opções estão sobre a mesa, inclusive militares”.
Leavitt declarou que a aquisição da Groenlândia está sendo discutida por Trump e sua equipe e que o governo tem discutido como seria uma possível compra do território dinamarquês. De acordo com a porta-voz, a Groenlândia sob posse dos EUA “poderia parar agressões russas e chinesas no Ártico”, sem entrar em detalhes, e “daria aos EUA mais controle sobre a região”.
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Questionada sobre o contexto geopolítico, Leavitt afirmou que Trump “tem boas relações com a Rússia e a China” e que relações pessoais com os presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping, com quem o republicano possui “boas e honestas” conexões, continuarão.
Além do tema internacional, Leavitt afirmou que o governo Trump está atualizando padrões e diretrizes federais de nutrição para garantir que os americanos tenham “informações mais precisas, baseadas em dados, apoiadas pela ciência e por fatos concretos, não por interesses especiais ou ideologia partidária”.
A Casa Branca anunciou as “Diretrizes Alimentares para os Americanos 2025-2030”, que, segundo ela, colocam “comida de verdade no centro da saúde” e estimulam a redução do consumo de álcool. O secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., também participou da coletiva.
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