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Guerra no Irã custa R$ 3 bilhões por dia ao turismo no Oriente Médio
Publicado 28/03/2026 • 18:48 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 28/03/2026 • 18:48 | Atualizado há 2 horas
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AFP
Destroços de ataque em Irã
O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, que completa um mês neste sábado (28), já custa ao menos US$ 600 milhões por dia ao setor de turismo no Oriente Médio, segundo estimativa do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).
De acordo com a organização, a escalada militar já afeta o gasto de visitantes internacionais na região à medida que pioram as interrupções no transporte aéreo, a confiança do viajante e a conectividade regional.
Leia também: Guerra no Irã expõe fragilidade energética do Brasil, diz ex-presidente da Petrobras
O dado dá a dimensão do choque sobre uma região que ocupa posição central no fluxo global de passageiros. Segundo o WTTC, o Oriente Médio responde por 5% das chegadas internacionais no mundo e por 14% do tráfego internacional de trânsito, o que faz com que qualquer interrupção local tenha efeito muito além dos países diretamente envolvidos no conflito.
O impacto aparece com mais força nos grandes hubs aéreos do Golfo. Dubai, Abu Dhabi, Doha e Bahrein, que em condições normais movimentam juntos cerca de 526 mil passageiros por dia, vêm enfrentando fechamentos e disrupções operacionais desde a escalada da guerra, com reflexos sobre a conectividade regional e global.
A estimativa do WTTC parte da projeção feita antes do conflito, que previa US$ 207 bilhões em gasto de visitantes internacionais no Oriente Médio em 2026. Isso significa que qualquer quebra relevante no fluxo de viagens se traduz rapidamente em perda de receita em toda a cadeia do turismo, de aeroportos e companhias aéreas a hotéis, locadoras e cruzeiros.
Apesar do tamanho do impacto, o conselho afirma que o turismo é um dos setores mais resilientes da economia global. Segundo o WTTC, estudos de crises anteriores mostram que, em incidentes ligados à segurança, a recuperação da demanda pode começar em até dois meses, desde que governos e empresas atuem rapidamente para restaurar a confiança dos viajantes.
Em nota, a presidente e CEO do WTTC, Gloria Guevara, afirmou que o gasto internacional na região “gira em torno de US$ 600 milhões por dia” e disse que a história mostra capacidade de recuperação rápida quando governos oferecem suporte aos viajantes e coordenam respostas com o setor privado. Ela também defendeu comunicação clara, coordenação entre poder público e empresas e medidas que reforcem segurança e estabilidade para reconstruir a confiança.
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