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Hassett pressiona Fed por cortes mais agressivos nos juros nos EUA

Publicado 09/01/2026 • 20:09 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • Kevin Hassett defendeu que o Fed promova cortes mais profundos nos juros para sustentar o crescimento da economia americana
  • Assessor da Casa Branca afirmou que o governo tem alternativas legais para manter a política tarifária caso a Suprema Corte barre o uso da lei de emergência
  • Cotado para presidir o Fed, Hassett minimizou especulações sobre o cargo e disse estar satisfeito com a função atual
Kevin Hassett na Sala de Jantar de Estado da Casa Branca no dia 29 de abril de 2020.

Casa Branca / Andrea Hanks / Flickr

O diretor do Conselho Econômico Nacional dos Estados Unidos, Kevin Hassett, afirmou nesta sexta-feira (9) que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deveria promover cortes mais profundos na taxa de juros para sustentar a expansão da economia dos EUA.

“O Fed precisa cortar os juros mais”, afirmou em entrevista à Fox News. Ele ressaltou que, em sua avaliação, o atual nível das taxas ainda impõe restrições desnecessárias ao crescimento.

Hassett pontuou a necessidade de a política monetária ser mais compatível, segundo ele, com o desempenho recente da atividade econômica e do mercado de trabalho.

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Em outras entrevistas realizadas nesta sexta-feira, Hassett afirmou que a Casa Branca dispõe de alternativas legais para manter sua política tarifária caso a Suprema Corte dos Estados Unidos decida contra o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) pelo presidente Donald Trump.

“Temos alto crescimento sem inflação acelerada”, disse Hassett à CNBC, ao relatar uma conversa recente com Trump no Salão Oval. “A produtividade do país está nas alturas”, acrescentou.

Sobre as tarifas, Hassett afirmou que o governo já discutiu cenários de contingência. “Houve uma grande ligação ontem à noite com todos os principais para falar sobre, se a Suprema Corte decidir contra essa tarifa da IEEPA, qual seria o próximo passo”, disse.

Segundo ele, “há muitas outras autoridades legais que podem reproduzir os acordos que fizemos com outros países, e podem fazê-lo basicamente de forma imediata”.

O conselheiro reforçou que a expectativa do governo é sair vitorioso, mas que há planos alternativos. “Nossa expectativa é que vamos vencer e, se não vencermos, sabemos que temos outras ferramentas que podem nos levar ao mesmo lugar”, afirmou.

Hassett disse ainda que o representante de Comércio dos EUA, Jameson Greer, tem participado de perto do mapeamento dessas opções. “A Casa Branca tem um plano B”, disse à Fox Business, sem entrar em detalhes. Havia expectativa de que a Suprema Corte pautaria o tema na sessão desta sexta, o que não ocorrerá, segundo a imprensa americana.

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Hassett, apontado como um dos finalistas para ser indicado à presidência do Fed por Trump, minimizou especulações quando questionado sobre o assunto. “Estou realmente feliz com o trabalho que tenho aqui”, disse. “Vamos ver o que o presidente acha sobre onde eu devo estar”, salientou.

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