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Hungria ameaça bloquear novas sanções da UE por disputa sobre petróleo russo
Publicado 22/02/2026 • 13:21 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 22/02/2026 • 13:21 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
oleoduto Druzhba
A Hungria ameaçou bloquear um novo pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia e atrasar medidas de apoio à Ucrânia até que as entregas de petróleo russo ao país sejam retomadas.
Os ministros das Relações Exteriores da UE devem se reunir em Bruxelas na segunda-feira para discutir o 20º pacote de sanções contra Moscou. A expectativa é aprovar o conjunto de medidas antes do quarto aniversário da invasão russa da Ucrânia, que ocorre na terça-feira.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o chanceler húngaro, Péter Szijjártó, afirmou que vetará o pacote enquanto o fluxo de petróleo pelo oleoduto Druzhba não for restabelecido. Segundo ele, a Ucrânia estaria retendo deliberadamente as remessas.
“Não consentiremos com a adoção do 20º pacote de sanções, porque já deixamos claro anteriormente que, até que os ucranianos retomem as remessas de petróleo para a Hungria, não permitiremos que decisões importantes para eles sejam aprovadas”, declarou.
Leia também: Índia adia visita comercial a Washington após mudança na tarifa dos EUA, diz fonte à CNBC
As entregas de petróleo russo para Hungria e Eslováquia foram interrompidas em 27 de janeiro. Autoridades ucranianas atribuíram a paralisação a danos causados por ataques de drones russos ao oleoduto Druzhba, que atravessa o território ucraniano rumo à Europa Central.
A interrupção elevou as tensões entre Budapeste e Kiev. Para que novas sanções sejam aprovadas, os 27 países do bloco precisam chegar a um consenso unânime, o que amplia o poder de veto da Hungria.
Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro de 2022, a maioria dos países europeus reduziu ou encerrou as importações de energia russa. Hungria e Eslováquia, integrantes da UE e da Otan, mantiveram as compras e obtiveram isenção temporária da proibição europeia sobre o petróleo russo.
A posição húngara adiciona incerteza às negociações em Bruxelas e pode atrasar a adoção do novo pacote de medidas contra Moscou.

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