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Mordomo brasileiro de Epstein relata fluxo constante de mulheres em apartamento de Paris
Publicado 14/02/2026 • 09:15 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 14/02/2026 • 09:15 | Atualizado há 3 meses
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Divulgação/Netflix
O brasileiro Valdson Vieira Cotrin, que trabalhou por 18 anos como mordomo de Jeffrey Epstein em Paris, relatou à polícia francesa um fluxo constante de mulheres jovens no apartamento do financista americano, segundo depoimento obtido pelo jornal Libération.
O testemunho foi prestado em 2019, um mês após a morte de Epstein, no contexto das investigações sobre uma rede de tráfico humano e exploração sexual.
Cotrin afirmou aos investigadores que não tinha conhecimento da idade das mulheres que frequentavam o local, mas disse que, pela aparência, não acreditava que fossem menores.
“Não olhava documentos, mas para mim não havia menores”, declarou, segundo o registro obtido pelo jornal francês.
O brasileiro também relatou que o apartamento, localizado na Avenida Foch, uma das áreas mais nobres de Paris, recebia visitas frequentes de mulheres “jovens e elegantes”, que ele acredita serem modelos.
Segundo o depoimento, Cotrin foi contratado em 2001 por Epstein e por Ghislaine Maxwell, ex-companheira do financista, atualmente presa nos Estados Unidos.
Ele afirmou que seguia orientações de Maxwell para evitar contato direto com Epstein, e que raramente esteve no mesmo ambiente que o bilionário.
Em um desses encontros, relatou que Epstein comentou sobre a aparência de uma visitante, dizendo em inglês: “I don’t like”, o que o mordomo interpretou como uma preferência por mulheres mais magras.
O depoimento também descreve uma viagem a Saint-Tropez, no sul da França, em 2003, quando Cotrin afirmou ter observado um fluxo contínuo de mulheres.
Segundo ele, havia um “balé incessante” de visitantes que permaneciam por poucos dias e eram constantemente substituídas.
Além disso, o brasileiro relatou que as propriedades de Epstein, incluindo o apartamento em Paris, eram decoradas com imagens de mulheres nuas.
Cotrin também afirmou ter sido uma das últimas pessoas a ter contato com Epstein antes da prisão, ao levá-lo ao aeroporto Le Bourget, de onde o financista embarcou para os Estados Unidos.
Epstein foi detido em Nova York e morreu em 2019 enquanto estava sob custódia. As autoridades americanas classificaram a morte como suicídio.
Em entrevista ao jornal britânico The Daily Telegraph, publicada em 2025, Cotrin afirmou que não acredita na versão oficial sobre a morte do financista.
Segundo ele, Epstein “amava a vida demais” para tirar a própria vida.
O caso segue sendo alvo de investigações e questionamentos internacionais, especialmente sobre a extensão da rede de relacionamentos e possíveis crimes envolvendo o bilionário.
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