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Número de casos suspeitos aumenta em surto mortal de meningite no Reino Unido
Publicado 18/03/2026 • 12:29 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 18/03/2026 • 12:29 | Atualizado há 1 hora
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PxHere
Surto de meningite no Reino Unido já soma 20 casos suspeitos e duas mortes, com foco em universidade e possível origem em casa noturna.
O número de casos de meningite sob investigação pelas autoridades do Reino Unido subiu para 20, informaram autoridades de saúde nesta quarta-feira (18), após um surto mortal “sem precedentes” centrado em uma universidade.
O surto em Kent, no sudeste da Inglaterra, já causou a morte de dois jovens — um estudante universitário de 21 anos e um estudante do ensino médio de 18 anos.
Até agora, o foco das medidas de saúde pública tem sido a Universidade de Kent, na cidade de Canterbury, que tem cerca de 18 mil estudantes, alguns dos quais estão entre os hospitalizados.
Todos os casos “remontam” a uma casa noturna na cidade — o Club Chemistry — afirmou o ministro da Saúde, Wes Streeting, ao Parlamento na terça-feira (17).
Um dos casos envolveu um paciente que morava em Kent, mas que passou mal em Londres.
A meningite é uma infecção potencialmente fatal que afeta as membranas protetoras que envolvem o cérebro e a medula espinhal, sendo mais comum em crianças pequenas, adolescentes e jovens adultos.
“Até as 17h de 17 de março, nove casos laboratoriais estão confirmados e 11 notificações seguem sob investigação”, totalizando 20 casos, informou a Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido (UKHSA) em comunicado — um aumento de cinco casos.
Estudantes da universidade têm enfrentado filas nesta semana para receber antibióticos preventivos, com quatro centros abertos em Canterbury.
Um programa direcionado de vacinação contra meningite B também estava previsto para começar, informaram as autoridades nesta quarta-feira, com a vacina sendo inicialmente oferecida a 5 mil estudantes da Universidade de Kent que vivem no campus em Canterbury.
O programa poderá ser ampliado, acrescentou a UKHSA.
A meningite, que pode evoluir rapidamente, é transmitida por contato próximo prolongado, incluindo beijos ou o compartilhamento de vapes ou bebidas.
Sintomas iniciais como dor de cabeça, febre, sonolência e rigidez no pescoço podem ser vagos, o que dificulta o diagnóstico rápido.
Seis dos casos confirmados são de doença meningocócica do grupo B, segundo a UKHSA.
Essa cepa bacteriana é mais rara e mais letal do que o tipo viral.
Médicos de família em todo o país foram orientados a prescrever antibióticos a qualquer pessoa que compareça às consultas e que tenha frequentado o Club Chemistry entre 5 e 7 de março, bem como a estudantes da Universidade de Kent “caso tenham sido orientados a buscar tratamento preventivo”.
“Isso é para que qualquer pessoa que tenha voltado para casa ou se afastado de Kent possa acessar facilmente esse importante tratamento preventivo perto de onde estiver”, informou a UKHSA.
A agência também afirmou que investiga o caso de um bebê com infecção confirmada por meningococo do grupo B, que aparentemente não está ligado ao surto.
A menina estaria hospitalizada na cidade próxima de Folkestone.
Crianças no Reino Unido são vacinadas rotineiramente contra meningite B, com três doses administradas às oito e 12 semanas de vida e aos 12 meses.
Outra vacina, voltada para os grupos meningocócicos A, C, W e Y, é oferecida a crianças de 14 anos.
“Cerca de 2.500 doses de antibióticos já foram administradas em locais de Kent, e continuamos incentivando contatos próximos a procurar tratamento. Isso inclui aqueles atendidos na Universidade de Kent e qualquer pessoa que tenha frequentado o Club Chemistry entre 5 e 7 de março”, disse a diretora regional adjunta da UKHSA para o sudeste, Trish Mannes.
“Essa é a principal medida que ajudará a proteger as pessoas e conter a disseminação do surto”, acrescentou.
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