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Presidente de Cuba promete ‘resistência inexpugnável’ diante de ameaças de Trump
Publicado 18/03/2026 • 12:51 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 18/03/2026 • 12:51 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Foto por HANDOUT / CUBA TV / AFP
Miguel Diaz-Canel, presidente de Cuba, falando durante coletiva
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, prometeu nesta terça-feira (17) uma “resistência inexpugnável” diante das ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tomar a ilha comunista.
“Diante do pior cenário, Cuba tem uma certeza: qualquer agressor externo se chocará com uma resistência inexpugnável”, escreveu Díaz-Canel na rede social X.
Leia também: Cuba abre economia para cidadãos cubanos que moram no exterior possam investir na ilha
Na segunda-feira (16) Trump disse que espera ter “a honra de tomar Cuba, de alguma maneira”. Ele também falou em “libertar” a ilha, em meio a conversas com as autoridades de Havana.
Estados Unidos e Cuba negociam o futuro da ilha caribenha governada por comunistas e economicamente sitiada (veja mais abaixo). Segundo fontes a par das negociações ouvidas pelo jornal The New York Times, o governo Trump busca afastar o presidente Miguel Díaz-Canel do poder.
A medida derrubaria uma figura-chave, mas manteria no poder o governo comunista que governa Cuba há mais de 65 anos. Os americanos sinalizaram aos negociadores cubanos que o presidente deve sair, mas estão deixando os próximos passos a cargo dos cubanos, disseram as fontes.
Leia também: Trump diz que acredita ter “a honra de tomar Cuba”
Cuba viveu um apagão generalizado nesta semana em um contexto de grave crise na ilha devido ao bloqueio energético imposto pelo governo americano. Trump interrompeu os envios de petróleo da Venezuela, principal fornecedor da ilha, e ameaçou com sanções outros países que vendessem combustível ao país.
Desde 9 de janeiro, nenhum navio-tanque chegou a Cuba, o que obrigou o governo de Miguel Díaz-Canel a adotar medidas drásticas de economia, incluindo a suspensão da venda de diesel e o racionamento de gasolina, bem como a redução de alguns serviços de atendimento hospitalar.
Havana acusa Trump de querer “asfixiar” a economia da ilha comunista, submetida a um embargo americano desde 1962 e que, nos últimos anos, sofreu um endurecimento das sanções dos Estados Unidos.
Para justificar sua política, Washington alega a “ameaça excepcional” que Cuba, uma ilha caribenha situada a apenas 150 km da costa da Flórida, representa para a segurança nacional dos Estados Unidos, devido às suas relações com a China, a Rússia e o Irã. (Com agências internacionais)
Leia mais: Mais que R$ 300 milhões: o que está por trás do problema do C6 no consignado do INSS
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