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Opep+ mantém produção de petróleo estável com turbulência entre membros
Publicado 04/01/2026 • 14:40 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 04/01/2026 • 14:40 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Maxim Shemetov/Reuters
Bandeira da Opep
A Opep+ manteve a produção de petróleo inalterada neste domingo (4), após uma reunião rápida que evitou discutir as crises políticas que afetam vários membros do grupo de produtores.
A reunião de hoje, composta por oito membros da Opep+, responsável por cerca de metade do petróleo mundial, ocorreu depois que os preços do petróleo caíram mais de 18% em 2025, sua queda anual mais acentuada desde 2020, em meio a crescentes preocupações com o excesso de oferta.
As tensões entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos (EAU) aumentaram no mês passado devido a um conflito de uma década no Iêmen, quando um grupo alinhado aos EAU tomou território do governo apoiado pelos sauditas. A crise provocou a maior divisão em décadas entre os antigos aliados próximos.
Além disso, no sábado (3), os Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro. O presidente americano Donald Trump afirmou que Washington assumirá o controle do país até que uma transição para uma nova administração seja possível, sem detalhar como isso seria alcançado.
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“No momento, os mercados de petróleo estão sendo impulsionados menos por fundamentos de oferta e demanda e mais pela incerteza política”, disse Jorge Leon, chefe de análise geopolítica da Rystad Energy e ex-oficial da Opep. “E a Opep+ está claramente priorizando a estabilidade em vez da ação”.
Os oito membros da Opep+ — Arábia Saudita, Rússia, EAU, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã — aumentaram as metas de produção de petróleo em cerca de 2,9 milhões de barris por dia em 2025, para recuperar a participação de mercado.
Eles concordaram em novembro em pausar os aumentos de produção para janeiro, fevereiro e março devido à demanda relativamente baixa no inverno do hemisfério norte. A breve reunião online deste domingo confirmou essa política e não discutiu a Venezuela, segundo um delegado da OPEP+.
A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, superando até as da Arábia Saudita, mas sua produção despencou devido a anos de má gestão e sanções. Analistas acreditam que é improvável ver qualquer aumento significativo na produção de petróleo bruto por anos, mesmo que as gigantes petrolíferas dos EUA invistam os bilhões de dólares prometidos por Trump.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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