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Ouro fecha em queda mas permanece acima de US$ 5 mil em dia de correção
Publicado 10/02/2026 • 16:44 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 10/02/2026 • 16:44 | Atualizado há 3 meses
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Ouro
O ouro fechou em queda nesta terça-feira (10) mas ainda permaneceu acima de US$ 5 mil por onça-troy, em correção a ganhos da véspera, enquanto investidores aguardam a divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos, o payroll, na quarta-feira (11). O mercado também pondera sinalizações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre a trajetória dos juros dos EUA.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em queda de 0,95%, a US$ 5.031,00 por onça-troy.
Já a prata para março recuou 2,25%, a US$ 80,38 por onça-troy.
Após o adiamento por conta da paralisação parcial do governo dos EUA, o payroll será publicado na quarta e a expectativa é de criação entre 30 mil e 135 mil empregos em janeiro, de acordo com projeções de mercado. Na avaliação do Sucden Financial, a expectativa do importante indicador do mercado de trabalho americano influencia as negociações do ouro, mas ressalta a alta volatilidade nos preços da commodity de segurança.
Nesta terça, a presidente do Fed de Cleveland, Beth Hammack, disse que sua previsão aponta que o BC norte-americano pode permanecer com a taxa inalterada “por um bom tempo” e que, em vez de tentar ajustar os juros com precisão, prefere “pecar por excesso de paciência”, sinalizando uma abordagem mais cautelosa da política monetária. A ausência de corte nos juros pode limitar os ganhos do ouro.
O analista David Miller, que gerencia o ETF Gold Enhanced Yield com a Strategy Shares, projeta que, apesar da recente volatilidade, é possível que aconteça uma nova alta “em breve” do metal precioso, já que muitos dos fundamentos que explicam sua valorização não mudaram. “É provável que os bancos centrais continuem comprando ouro”, explica.
Além das compras de ouro por bancos centrais, a expectativa se concentra para a confirmação do Senado para Kevin Warsh, indicado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para assumir a presidência do Federal Reserve quando Jerome Powell deixar a posição.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que não pediu para o indicado cortar juros, mas ressaltou que ele foi escolhido por possuir “mente aberta”.
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