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Ouro sobe novamente com tensões geopolíticas e novas preocupações fiscais
Publicado 21/01/2026 • 16:37 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 21/01/2026 • 16:37 | Atualizado há 3 meses
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Ouro
O ouro fechou em alta nesta quarta-feira (21), impulsionado pela persistência da cautela e aversão a risco nos mercados globais.
Tensões geopolíticas renovadas, ruídos na política comercial entre Estados Unidos e Europa e preocupações fiscais em grandes economias sustentaram a busca por ativos considerados mais seguros.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 1,50%, a US$ 4.837,50 por onça-troy (cerca de R$ 25.977,38, na cotação atual). Já a prata para março recuou 2,11%, a US$ 92,637 por onça-troy (R$ 497,46).
Desde o início de 2026, o ouro já acumula alta de cerca de 11%, à luz da intensificação da busca por proteção diante de um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, riscos fiscais e questionamentos sobre a condução da política econômica nas principais economias.
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Falas de Trump sobre Groenlândia afetam bolsas da Europa
A Phillip Nova afirma que a alta do metal precioso reflete realocação mais ampla de portfólios globais rumo a ativos defensivos, sob alta volatilidade geopolítica e comercial. Com sinais técnicos ainda positivos, a corretora avalia que uma valorização do ouro para a faixa de US$ 5.000 por onça-troy (R$ 26.850,00) não é um cenário marginal.
Analistas do Saxo Bank destacam que os atritos comerciais entre EUA e Europa e as declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre a Groenlândia contribuíram para minar a confiança dos investidores — apesar da tímida mudança no tom do republicano durante a fala em Davos.
Na avaliação da instituição, o estresse no mercado de bônus, especialmente no Japão, começa a alimentar um movimento mais amplo de aversão a ativos americanos, o que tende a manter o ouro em evidência no curto prazo.
O MUFG argumenta que a turbulência no mercado de títulos soberanos do Japão intensificou temores sobre a sustentabilidade fiscal de grandes economias, fortalecendo o chamado “trade de desvalorização“, no qual investidores reduzem exposição a moedas e dívidas governamentais em favor de ativos reais.
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