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Petróleo encerra em baixa com sinais de oferta maior e expectativa sobre possível paralisação nos EUA
Publicado 30/09/2025 • 17:14 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 30/09/2025 • 17:14 | Atualizado há 7 meses
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Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta terça-feira (30), refletindo sinais de aumento na oferta e o plano de paz dos Estados Unidos para a Faixa de Gaza, que pode diminuir o risco embutido no preço da commodity.
Além disso, o mercado acompanha de perto o risco de paralisação do governo americano. Os preços do petróleo também caíram no acumulado do trimestre.
O petróleo WTI para novembro, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), fechou em queda de 1,70% (US$ 1,08, cerca de R$ 5,74, na cotação atual), a US$ 62,37 o barril (R$ 331,38). Já o Brent para dezembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), recuou 1,58% (US$ 1,06 – R$ 5,64), fechando a US$ 66,03 o barril (R$ 351,02).
No mês, o WTI e o Brent acumulam quedas de 2,56% e 2,15%, respectivamente. Considerando o trimestre, o petróleo negociado em Nova York caiu 4,21%, enquanto o negociado em Londres teve baixa de 1,06%.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) negou rumores de que planeja aumentar sua produção diária em 500 mil barris. Mesmo assim, o desmentido não impactou as cotações do petróleo no mercado.
O mercado segue de olho em uma possível paralisação do governo americano (shutdown), que, segundo analistas da Spartan Capital Securities, já está praticamente 100% precificada e deve continuar pressionando o preço do petróleo.
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Para o Julius Bear, o movimento de alta acima dos US$ 70 (R$ 371,96) foi só passageiro e a tendência é de que os preços do petróleo continuem pressionados no curto prazo. O banco destaca que “as preocupações com o fornecimento russo e sanções mais rígidas parecem controladas”, enquanto aumentam os indícios de maior oferta no mercado. A expectativa é que o valor do barril recue para a faixa dos US$ 60 (R$ 318,82), considerando um cenário mais neutro.
Além do excesso de oferta, o banco MUFG aponta que o plano de paz proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para a região de Gaza, pode reduzir o prêmio de risco da commodity, caso seja aceito pelo Hamas, o que ainda é incerto.
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