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Negociações na Ucrânia e Opep+ impactam preços do petróleo
Publicado 28/11/2025 • 17:26 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 28/11/2025 • 17:26 | Atualizado há 5 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros do petróleo fecharam a sexta-feira (28) em queda diária e perdas de quase 4% no mês, conforme o mercado de energia se posiciona em espera por reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) no domingo (30) e de olho nos desdobramentos das negociações para o fim da guerra entre Rússia e Ucrânia.
A sessão teve liquidez reduzida devido ao feriado da quinta-feira nos Estados Unidos e também foi marcado, mais cedo, por uma paralisação técnica no CME que afetou negociações do WTI.
O petróleo WTI para janeiro fechou em queda de 0,17% (US$ 0,10 – cerca de R$ 0,53, na cotação atual), a US$ 58,55 (R$ 312,02) o barril, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent para fevereiro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou o dia com recuo de 0,78% (US$ 0,49 (R$ 2,61)), a US$ 62,38 (R$ 332,60) o barril. Na semana, o WTI subiu 0,84%, enquanto o Brent caiu 0,29%. No mês, as perdas foram de 3,99% e de 3,83%, respectivamente.
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Os preços começaram o dia em alta, fortalecida após a normalização das plataformas do CME Group, que ficaram paralisadas por horas devido a uma falha no sistema de refrigeração de um data center, interrompendo negociações de diversas commodities, inclusive o WTI.
Contudo, passaram a operar voláteis no início da tarde e perderam força na reta final da sessão, conforme investidores se posicionavam em compasso de espera por encontro da Opep+, que poderá dar novos sinais sobre o futuro da oferta global.
Segundo a Reuters, o cartel deve manter sua política de produção inalterada no primeiro trimestre de 2026 na reunião de domingo, segundo delegados citados pela Reuters.
Analistas do Barclays avaliam que o potencial de queda dos preços é limitado, observando que mesmo um avanço diplomático no conflito Rússia-Ucrânia não resultaria em aumento relevante da oferta russa no curto prazo, dado o desempenho abaixo das metas da Opep+ neste ano.
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