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Petróleo fecha em queda após bateria de dados e na espera por cúpula de Trump e Xi
Publicado 13/05/2026 • 17:39 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 13/05/2026 • 17:39 | Atualizado há 1 hora
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Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira (13) em sessão marcada por volatilidade em meio uma série projeções de demanda e oferta global, além de estoques dos EUA. Investidores acompanharam também a inflação ao produtor acima do esperado nos EUA e a continuidade da guerra do Irã.
O petróleo WTI para junho negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em queda de 1,13% (US$ 1,16), a US$ 101,02 barril.
Já o Brent para julho, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em baixa de 1,98% (US$ 2,14), a US$ 105,63 o barril.
A commodity teve baixa nesta quarta diante da possibilidade de uma correção técnica após ter subido pela terceira sessão consecutiva na terça-feira. Contudo, ainda há espaço para os preços avançarem se o conflito com o Irã piorar, afirma Konstantinos Chrysikos, da Kudotrade.
Para Alex Kuptsikevich, da FxPro, os preços do petróleo só não aumentaram mais recentemente devido a vários amortecedores, incluindo grandes estoques globais – particularmente na China – juntamente com exportações mais fortes dos EUA e arranjos de transporte alternativos por produtores do Golfo.
Entre a bateria de relatórios da manhã, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reduziu em 200 mil barris por dia (bpd) sua previsão para o crescimento da demanda global pela commodity em 2026, enquanto a Agência Internacional de Energia (AIE) passou a prever que a demanda recue 420 mil bpd este ano, ante a estimativa anterior de queda de 80 mil bpd.
Segundo a AIE, o fornecimento de petróleo pode continuar restrito por meses, mesmo após a retomada da navegação pelo Estreito de Ormuz.
No cenário norte-americano, os estoques de petróleo cederam 4,306 milhões de barris na última semana, queda bem acima do esperado pelos analistas.
Em paralelo, o presidente dos EUA, Donald Trump, chegou nesta quarta a Pequim para a aguardada cúpula com o presidente chinês, Xi Jinping.
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