Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Quem é Sarah Ferguson, ex-integrante da família real, e por que seu nome aparece no caso Jeffrey Epstein
Publicado 19/02/2026 • 14:45 | Atualizado há 2 horas
Clima tenso: CEOs de OpenAI e Anthropic evitam dar as mãos em cúpula de IA na Índia
Apple é processada nos EUA por suposta falha em impedir material ilegal no iCloud e iOS
Acordo da Meta reforça protagonismo da Nvidia na corrida por IA
Geração IA: Jovens ignoram ameaça tecnológica e seguem otimistas com o mercado
Anthropic descarta anúncios em IA e reforça foco no mercado corporativo
Publicado 19/02/2026 • 14:45 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Reuters
Quem é Sarah Ferguson, ex-integrante da família real, e por que seu nome aparece no caso Jeffrey Epstein
Os escândalos envolvendo Jeffrey Epstein e os casos de abusos sexuais de menores e tráfico humano, seguem apontando participações de outras figuras importantes ao redor do mundo. Os milhares de documentos liberados pelas autoridades americanas pressionam esclarecimentos de nomes citados e envolvidos.
Segundo informações do The Guardian, a publicação de novas informações envolvendo Epstein apontam o nome de Sarah Ferguson, ex integrante da família real e ex esposa de Andrew Mountbatten-Windsor, que também deixou de ser príncipe real após fotos que revelaram sua participação e amizade com Epstein.
Leia também: Como era o ‘Lolita Express’? Veja detalhes da aeronave usada por Epstein nas viagens às Ilhas Virgens
O nome de Sarah Ferguson faz parte de um novo capítulo do escândalo envolvendo o financista condenado Jeffrey Epstein. Documentos recém-divulgados e a consequente repercussão pública, ligaram Ferguson a relações pessoais e empresariais com Epstein, provocando desdobramentos que vão desde o encerramento de empresas associadas a ela até o afastamento de instituições de caridade.
Nascida em 1959 em Londres, na Inglaterra, Sarah Ferguson, atualmente com 66 anos, ficou conhecida internacionalmente como a duquesa de York durante seu casamento com o até então Prince Andrew Mountbatten-Windsor, filho da rainha Elizabeth II. O casal se divorciou em 1996, mas Ferguson manteve um perfil público ativo por meio de aparições, negócios e projetos filantrópicos ao longo dos anos.
Além da ligação com a família real britânica, Sarah também possuia ligações com seis empresas, que receberam pedido de extinção após os casos envolvendo Jeffrey Epstein, são elas:
Apesar de não integrar mais a monarquia como membro oficial, ela ainda era reconhecida no Reino Unido pelo seu papel junto à família real até os recentes acontecimentos ligados ao caso Epstein.
A ligação de Ferguson com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e tráfico de menores, voltou a ser alvo de atenção após a divulgação de milhões de documentos relacionados à sua base de contatos. Esses arquivos incluíram e-mails e registros de comunicação entre Ferguson e Epstein que se estenderam por vários anos, inclusive depois da condenação do americano em 2008, afirma o The Guardian.
Conforme informações presentes nos documentos, Sarah Ferguson trocava mensagens com frequência com o financista americano. Entre elas, em 2010, Sarah supostamente até chegou a dizer “estou ao seu dispor, basta casar comigo”.
Ainda segundo os documentos, em certo momento da relação entre o americano e Ferguson, Epstein parece cessar a troca de mensagens, em decorrência, a ex integrante da família real chega a questionar o sumiço do americano, “Você desapareceu… Eu nem sabia que você ia ter um bebê. Estava tão claro para mim que você só era meu amigo para chegar ao Andrew. E isso me magoou profundamente. Mais do que você imagina.”
De acordo com a People, em um e-mail de 16 de maio de 2010, Sarah chegou a pedir que Epstein a contratasse, alegando necessidade financeira, “Eu não entendo, por que você simplesmente não me contrata como sua assistente doméstica? Eu sou a mais capaz e preciso desesperadamente do dinheiro”
Em setembro de 2025 veio a público a informação de que Ferguson havia se desculpava por tê-lo criticado abertamente durante uma entrevista ao Evening Standard, realizada em 2011. Na ocasião, ela declarou ao jornal que havia cometido um “erro de julgamento terrível” ao aceitar cerca de US$ 20 mil de Epstein para pagar pendências financeiras. Ao mencionar as denúncias envolvendo o conhecido, acrescentou ainda: “Tenho repulsa pela pedofilia”.
“Como você sabe, eu não usei a palavra ‘pedófilo’ sobre você, sei que você se sente terrivelmente decepcionado comigo e devo pedir desculpas a você e ao seu coração por isso. Você sempre foi um amigo leal, generoso e excepcional para mim e minha família.”
Vale ressaltar que muitas mensagens trocadas entre a ex duquesa e Epstein, aconteceram após a primeira condenação do americano em 2008.
Leia também: Caso Epstein: Polícia britânica busca testemunhas de tortura e tráfico humano em nova investigação
As novas informações sobre as comunicações e relações de Ferguson com Jeffrey Epstein têm alimentado debates no Reino Unido sobre sua reputação e seu papel na sociedade britânica. A ex-duquesa, que sempre negou envolvimento em qualquer crime relacionado ao caso, agora enfrenta críticas intensas e perda de suporte institucional, além de presenciar a prisão de Andrew após má conduta envolvendo a participação no caso do financista.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Banco Master: BC já liquidou oito instituições ligadas ao grupo; entenda o caso
2
Greve geral na Argentina cancela mais de 200 voos no mundo e atinge Guarulhos
3
A queda do ex-príncipe Andrew: cronologia do escândalo até a prisão
4
Liquidações ligadas ao Banco Master podem afetar mais de 1.400 empregos
5
Guerra com o Irã? Escalada militar dos EUA acende alerta global e pressiona mercados