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Se mantidas, tarifas anunciadas devem interromper o progresso da desinflação, diz membro do Fed
Publicado 14/05/2025 • 14:05 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 14/05/2025 • 14:05 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
O Federal Reserve Bank of Chicago é um dos doze bancos regionais do Federal Reserve que, juntamente com o Conselho de Governadores em Washington, D.C., compõem o banco central dos EUA
Foto: Divulgação
O vice-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Philip Jefferson, alertou nesta quarta-feira (14), que as novas tarifas comerciais anunciadas pelo governo americano elevaram a incerteza econômica e podem comprometer o processo de desinflação.
“Se os aumentos nas tarifas anunciados até agora forem mantidos, é provável que interrompam o progresso da desinflação e gerem, pelo menos, um aumento temporário da inflação”, afirmou em discurso a diretores e conselheiros do Fed de Nova York. Jefferson destacou que o cenário mais volátil exigiu uma revisão de suas projeções.
“Reduzi minhas expectativas de crescimento econômico para este ano, mas acredito que a economia dos EUA continuará a se expandir”, acrescentou. A pressão inflacionária vinda das tarifas é motivo de atenção, mas o comportamento dos preços ainda é incerto.
“É incerto se as pressões inflacionárias serão temporárias ou persistentes.” Ainda assim, Jefferson reafirmou o compromisso do Fed com a estabilidade: “Nossa meta de 2% ainda não foi atingida.” Ele acrescentou: “Há muita incerteza, no entanto, em relação à trajetória futura da inflação.”
Os comentários foram feitos um dia após a divulgação do (índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA, abaixo das previsões.
O ambiente também tem afetado a confiança de empresas e consumidores. “Várias pesquisas mostram um declínio no sentimento empresarial relacionado à política comercial”, disse.
Apesar do cenário, Jefferson destacou a resiliência da economia e a força do mercado de trabalho:
“Os dados subjacentes ao longo do primeiro trimestre mostraram resiliência”, e “as condições continuam sólidas.”
Jefferson observou que o mercado está mais equilibrado e não pressiona os preços: “A medida é consistente com um mercado de trabalho que parece estar em equilíbrio e não é uma fonte de pressão inflacionária.
Estou atento a sinais de que o mercado de trabalho pode esfriar à medida que os aumentos de tarifas começarem a pesar sobre a atividade econômica.”
Sobre os juros, Jefferson defendeu a atual política do Fed: “Nas últimas reuniões, a taxa foi mantida no que considero um nível moderadamente restritivo.” Para ele, “a atual postura da política está bem posicionada para responder aos desdobramentos que possam surgir”.
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