Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Tarifa de 15% dos EUA vai reposicionar Brasil no comércio internacional, defende economista
Publicado 23/02/2026 • 19:19 | Atualizado há 3 meses
Nasdaq tem pior dia desde outubro do ano passado e a pior semana desde abril de 2025
Bitcoin despenca na semana e entra na casa dos US$ 60 mil; metade da máxima histórica
OpenAI cede a Trump e aceita revisão governamental de modelos de IA antes do lançamento
Guerra no Irã expõe fragilidade do petróleo e renováveis assumem posto de fonte segura
Conheça os fundos que mais lucraram com a volatilidade dos preços do petróleo em 2026
Publicado 23/02/2026 • 19:19 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A implementação da tarifa global de 15% sobre importações pelos Estados Unidos, que entra em vigor hoje, pode reposicionar o Brasil de forma vantajosa no comércio internacional ao nivelar a competição com gigantes asiáticos, afirmou Otto Nogami, economista e sócio da Nogami Economia, Estratégias e Treinamento Ltda., em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
O especialista explicou que a padronização da alíquota elimina desvantagens anteriores enfrentadas pela indústria nacional em relação a outros exportadores. “Para o produtor americano, à medida que ele consegue importar o bem intermediário a uma tarifa menor, isso acaba implicando num custo menor de produção; consequentemente, isso favorece todo o processo de produção dentro do território norte-americano”, detalhou Otto.
Setores específicos da manufatura e metalurgia brasileira devem sentir um alívio imediato na competitividade, especialmente onde o Brasil perdia espaço para a Ásia devido a barreiras tarifárias desiguais. “Produtos metálicos, que fazem parte dos processos de produção, acabarão sendo privilegiados, assim como setores do agronegócio e manufaturas como móveis, que agora terão a mesma tarifa para todo mundo”, pontuou.
Apesar do otimismo, o entrevistado alertou que a política externa de Donald Trump é marcada pela volatilidade, o que exige cautela dos investidores e exportadores brasileiros. “Trump tem repentes e, da noite para o dia, pode reverter todo esse processo; pelo fato dessa fixação dos 15% ter prejudicado grandes parceiros europeus, pode haver uma preocupação em adotar essa tarifa por um período mais longo”.
Sobre a agenda internacional do governo brasileiro na Ásia, o economista destacou que a atração de investimentos tecnológicos é mais crucial do que apenas o fluxo comercial. “Com relação à Coreia do Sul, o maior interesse é tentar atrair produtores sul-coreanos para a economia brasileira para manter a tecnologia no país, especialmente após a saída de algumas indústrias do setor eletroeletrônico”.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Mega-Sena: por que não tem sorteio na noite desta quinta-feira (04)?
2
JHSF inaugura shopping de luxo no interior de São Paulo
3
Dólar sobe e Ibovespa cai ante Payroll forte; mercado reprecifica juros nos EUA e no Brasil
4
Novo tarifaço deve aumentar busca de investidores por Green Card e acelerar internacionalização de empresas brasileiras
5
Nvidia RTX Spark chegou com tudo, menos com preço acessível e um comprador em mente