Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
“Se não tivermos o mercado dos EUA, vamos encerrar a atividade”, diz presidente de sindicato do ferro gusa do Maranhão
Publicado 11/07/2025 • 12:17 | Atualizado há 8 meses
Chefe da UE condena “ataques injustificáveis” do Irã aos Emirados Árabes Unidos
Trump ordena que agências federais interrompam uso de tecnologias da Anthropic
Paramount vence disputa bilionária, mas instala clima de incerteza na Warner; saiba por que
Como a participação bilionária da Amazon na OpenAI pode impulsionar seus negócios de IA e nuvem
Block demite 4 mil e troca quase metade da equipe por IA
Publicado 11/07/2025 • 12:17 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
O presidente do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Maranhão, Cláudio Azevedo, afirmou nesta sexta-feira (11), em entrevista ao Real Time, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, que o setor pode paralisar totalmente caso entrem em vigor as tarifas de 50% anunciadas pelos Estados Unidos.
“Se nós não tivermos o mercado norte-americano, vamos encerrar nossa atividade, praticamente se encerra”, disse. Segundo Azevedo, entre 90% e 95% das exportações do setor são destinadas às usinas siderúrgicas norte-americanas.
Azevedo destacou que o mercado interno é pouco representativo para as empresas localizadas no Maranhão, especialmente por questões logísticas e pela concorrência com empresas de outros estados.“Não temos outro mercado, não temos outras opções”, afirmou.
Leia também:
“O setor de pescados está paralisado”, afirma presidente da Abipesca sobre tarifas de Trump
Tarcísio se torna alvo após tarifaço de Trump e admite efeito negativo na economia de SP
Em nova carta, Donald Trump anuncia tarifa de 35% ao Canadá
O executivo estima que 3 mil a 3,5 mil empregos diretos estejam em risco, além do impacto sobre a cadeia produtiva, que envolve desde a extração do minério até o fornecimento de carvão vegetal proveniente de florestas plantadas.
Segundo Azevedo, o ferro gusa brasileiro é altamente competitivo em termos de qualidade, mas não tem como disputar espaço com grandes produtores mundiais, como China e Ucrânia, caso perca o mercado dos EUA. “O mercado hoje está extremamente ofertado, elas [as empresas americanas] têm onde adquirir esse produto”, explicou.
Azevedo também fez um apelo ao governo federal: “Espero que o presidente Lula, com a diplomacia brasileira, encontre um caminho para que nós possamos voltar a operar no mercado norte-americano.”
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
De ouro a dólar: conflito entre EUA e Irã tem ‘grande potencial de gerar inflação’ e afetar investimentos
2
Brasil encerra 2025 com 50% da população adulta inadimplente
3
EUA x Irã: entenda como conflito pressiona custos e logística do agronegócio brasileiro
4
Cerca de 150 petroleiros estão parados no Estreito de Ormuz
5
Estados Unidos e Irã: como o bombardeio pode afetar o Brasil?