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“Se não tivermos o mercado dos EUA, vamos encerrar a atividade”, diz presidente de sindicato do ferro gusa do Maranhão
Publicado 11/07/2025 • 12:17 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 11/07/2025 • 12:17 | Atualizado há 5 meses
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O presidente do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Maranhão, Cláudio Azevedo, afirmou nesta sexta-feira (11), em entrevista ao Real Time, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, que o setor pode paralisar totalmente caso entrem em vigor as tarifas de 50% anunciadas pelos Estados Unidos.
“Se nós não tivermos o mercado norte-americano, vamos encerrar nossa atividade, praticamente se encerra”, disse. Segundo Azevedo, entre 90% e 95% das exportações do setor são destinadas às usinas siderúrgicas norte-americanas.
Azevedo destacou que o mercado interno é pouco representativo para as empresas localizadas no Maranhão, especialmente por questões logísticas e pela concorrência com empresas de outros estados.“Não temos outro mercado, não temos outras opções”, afirmou.
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O executivo estima que 3 mil a 3,5 mil empregos diretos estejam em risco, além do impacto sobre a cadeia produtiva, que envolve desde a extração do minério até o fornecimento de carvão vegetal proveniente de florestas plantadas.
Segundo Azevedo, o ferro gusa brasileiro é altamente competitivo em termos de qualidade, mas não tem como disputar espaço com grandes produtores mundiais, como China e Ucrânia, caso perca o mercado dos EUA. “O mercado hoje está extremamente ofertado, elas [as empresas americanas] têm onde adquirir esse produto”, explicou.
Azevedo também fez um apelo ao governo federal: “Espero que o presidente Lula, com a diplomacia brasileira, encontre um caminho para que nós possamos voltar a operar no mercado norte-americano.”
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